[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"Article","@id":"https:\/\/nacao.digital\/blog\/comportamento-de-compra\/#Article","mainEntityOfPage":"https:\/\/nacao.digital\/blog\/comportamento-de-compra\/","headline":"Como a Covid-19 interferiu no comportamento de compra online?","name":"Como a Covid-19 interferiu no comportamento de compra online?","description":"Este conte\u00fado foi atualizado em: 08\/09\/2021 A pandemia de Covid-19 mudou o comportamento de compra dos brasileiros. Com as lojas f\u00edsicas fechadas em muitas cidades, a migra\u00e7\u00e3o para o com\u00e9rcio eletr\u00f4nico foi sentida em alguns setores j\u00e1 nas primeiras semanas de isolamento social. 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Com as lojas f\u00edsicas fechadas em muitas cidades, a migra\u00e7\u00e3o para o com\u00e9rcio eletr\u00f4nico foi sentida em alguns setores j\u00e1 nas primeiras semanas de isolamento social. Alimentos e bebidas, sa\u00fade, petshop e beleza e perfumaria viram as vendas aumentarem em dois d\u00edgitos em mar\u00e7o, ante fevereiro.Ao longo de abril, a transforma\u00e7\u00e3o digital foi acelerada, culminando em um faturamento de R$ 9,4 bilh\u00f5es no e-commerce nacional (81% maior que em igual per\u00edodo de 2019). Os dados s\u00e3o da Compre&amp;Confie, empresa de intelig\u00eancia de mercado.Com 24,5 milh\u00f5es de pedidos feitos no m\u00eas, 98% a mais em rela\u00e7\u00e3o a abril de 2019, o novo coronav\u00edrus acelerou vendas de setores ainda pouco explorados no e-commerce (sa\u00fade, alimentos e bebidas) e consolidou produtos que j\u00e1 eram comuns nos carrinhos (eletr\u00f4nicos e brinquedos).Confira, a seguir, uma sele\u00e7\u00e3o de estudos e pesquisas nacionais sobre o impacto da Covid-19 no comportamento do consumidor online.Clique para ler direto:TogglePanorama do e-commerce com a Covid-19Pre\u00e7o e estoqueH\u00e1bitos de navega\u00e7\u00e3oMobile e desktopComportamento de compraHor\u00e1rios de comprasVolume de pedidosVendas por g\u00eaneroProdutos inusitadosH\u00e1bitos por gera\u00e7\u00e3oAbandono de carrinhoUso de servi\u00e7os onlineNovos compradoresComportamento de consumo p\u00f3s-quarentenaPanorama do e-commerce com a Covid-19Estudo da consultoria Kantar mostra que, no Brasil, 54% das pessoas consideram a compra online uma experi\u00eancia mais positiva do que em loja f\u00edsica, mas 24% ainda acham desafiador fazer pedidos em um e-commerce.Mesmo assim, tem havido uma migra\u00e7\u00e3o das compras em pontos de venda f\u00edsico para o e-commerce. Um dado em especial mostra a for\u00e7a do varejo digital em tempos de quarentena: o recorde de pedidos para o Dia das M\u00e3es.Foram 14,4 milh\u00f5es de compras realizadas para a data, o que representa alta de 123% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2019. Mesmo com o t\u00edquete m\u00e9dio 3% menor (R$ 396,70), o varejo digital faturou mais: R$ 5,7 bilh\u00f5es, 116% a mais que o ano anterior. \u201c\u00c9 realmente algo surpreendente, que n\u00e3o vejo desde os prim\u00f3rdios do e-commerce\u201d, avalia Andr\u00e9 Dias, diretor-executivo da Compre&amp;Confie.Pre\u00e7o e estoqueDescobrir o impacto da pandemia sobre pre\u00e7os e estoque no e-commerce foi objeto do estudo da Lett, que analisou 182 lojas e 5,8 mil produtos em alimentos e bebidas, beb\u00eas, beleza e perfumaria, cuidados di\u00e1rios, petshop, sa\u00fade e utilidades dom\u00e9sticas.Se a procura por alguns produtos aumentou, os pre\u00e7os tamb\u00e9m. Veja a varia\u00e7\u00e3o do valor m\u00e9dio por categoria entre 20 de mar\u00e7o e 30 de abril.Utilidades dom\u00e9sticas: +39%Cuidados di\u00e1rios: +20,8%Pet shop: +8,6%Beb\u00eas: +4%Alimentos e bebidas: -5,6%Beleza e perfumaria: -11,6%Sa\u00fade: -1,5%Quanto \u00e0 disponibilidade de estoque, o abastecimento do e-commerce teve momentos cr\u00edticos no in\u00edcio da quarentena \u2013 na segunda quinzena de mar\u00e7o \u2013, quando lojistas e distribuidores enfrentaram dificuldades para atender a demanda. Em abril, por\u00e9m, os \u00edndices voltaram a subir.H\u00e1bitos de navega\u00e7\u00e3oO comportamento de navega\u00e7\u00e3o online pode ser dividido em dois per\u00edodos: pr\u00e9 e durante a pandemia. A recomenda\u00e7\u00e3o do isolamento social vem deixando as pessoas em casa, o que refletiu em mais tempo livre para atividades do dia a dia, entre as quais as compras. Com isso, o tr\u00e1fego nos sites passou a ser bem distribu\u00eddo, com picos entre 13h e 14h, depois das 17h e at\u00e9 as 19h.Gr\u00e1fico elaborado pela Social Miner mostra picos de acesso aos sites \u00e0 tarde e \u00e0 noite.\u00c0 noite, os acessos permanecem em alta, revelando um comportamento diferente das semanas anteriores ao isolamento e indicando que o varejo virtual se tornou uma forma de distra\u00e7\u00e3o, \u201csubstituindo atividades com as quais o consumidor estaria anteriormente envolvido\u201d, conclui a an\u00e1lise da Social Miner.Mobile e desktopOs acessos mobile s\u00e3o mais representativos das 8h \u00e0s 10h. As tardes v\u00eam sendo dominadas por usu\u00e1rios de desktop, indicando que, ap\u00f3s encerrar as atividades de trabalho, os consumidores continuam navegando usando o mesmo dispositivo: o computador. Os smartphones e tablets voltam a ganhar representatividade nos acessos a partir da 22h.Comportamento de compraNas primeiras semanas de mar\u00e7o, com o aumento de casos do novo coronav\u00edrus no pa\u00eds, os e-commerces vivenciaram queda nas vendas, mas a partir da segunda quinzena do m\u00eas os n\u00fameros voltaram a subir.Os picos de convers\u00f5es, em abril, foram observados nas duas semanas anteriores ao Dia das M\u00e3es (em 10 de maio).Maioria dos pedidos em e-commerces \u00e9 efetuada a partir do meio-dia.Hor\u00e1rios de comprasOs pedidos online v\u00eam sendo realizados a partir do meio-dia, mas com uma distribui\u00e7\u00e3o mais uniforme do volume de vendas hora a hora em raz\u00e3o da flexibilidade da agenda e do maior tempo livre.A distribui\u00e7\u00e3o das visitas mostra que os usu\u00e1rios usam o per\u00edodo da manh\u00e3 para acessar os e-commerces e avaliar as op\u00e7\u00f5es. J\u00e1 a maioria das convers\u00f5es acontece mais tarde, entre 14h e 17h, e das 19h em diante, completando a jornada de compra.Volume de pedidosNa segunda quinzena de mar\u00e7o, no in\u00edcio do isolamento social, houve retra\u00e7\u00e3o de 19,24% no n\u00famero di\u00e1rio de pedidos no e-commerce, mas passado esse per\u00edodo, os brasileiros voltaram a comprar. Foram duas altas seguidas, com um crescimento acumulado de 47% em abril, segundo estudo da Konduto e da Abcomm (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Com\u00e9rcio Eletr\u00f4nico) que analisou mais de 25 milh\u00f5es de pedidos em 4 mil lojas virtuais.O t\u00edquete m\u00e9dio tamb\u00e9m teve varia\u00e7\u00e3o positiva em abril, acumulando alta de quase 18% em compara\u00e7\u00e3o com o in\u00edcio de mar\u00e7o: de R$ 417,82 para R$ 492,43.Receosos sobre o impacto da pandemia na sa\u00fade e na economia, os brasileiros reduziram o consumo online nas primeiras semanas de mar\u00e7o, quando o isolamento social come\u00e7ou de fato. Esse comportamento de compra derrubou o volume de pedidos em 11 dos 16 segmentos analisados pela pesquisa da Konduto e Abcomm.Em abril, o gr\u00e1fico se inverteu, com 12 dos 16 setores apresentando alta no n\u00famero de encomendas.Gr\u00e1fico mostra varia\u00e7\u00e3o de encomendas em lojas virtuais durante a pandemia de Covid-19.Vendas por g\u00eaneroOs dados da Social Miner evidenciam a maior representatividade feminina nas compras online durante a pandemia. Em abril, seis em cada dez pedidos foram feitos por mulheres.Elas s\u00e3o a maioria nas compras em sete das nove categorias de produtos analisadas no estudo: beleza, eletrodom\u00e9sticos e eletroport\u00e1teis, farm\u00e1cia e sa\u00fade, livraria, moda e acess\u00f3rios, moda infantil e multicategoria. Os homens compram mais bebidas, eletr\u00f4nicos e inform\u00e1tica.Produtos inusitadosModa e acess\u00f3rios, entretenimento e telefonia \u2013 as categorias mais tradicionais no e-commerce \u2013, perderam lugar na prefer\u00eancia dos consumidores na pandemia. Ao mesmo tempo, outros produtos, at\u00e9 ent\u00e3o com volume inexpressivo de pedidos, observaram aumento nas vendas. Quais s\u00e3o eles, de acordo com a Compre&amp;Confie?Massa acr\u00edlica: +692%Plantas, flores e sementes: +623%Quebra-cabe\u00e7a: +581%Molduras de parede e teto: +570%Removedor de esmalte: +563%H\u00e1bitos por gera\u00e7\u00e3oQuando dividimos o comportamento por gera\u00e7\u00f5es, os millennials s\u00e3o os que mais aumentaram a quantidade de compras online durante o isolamento social, segundo estudo conduzido pela consultoria Kantar.Comportamento de compra varia entre gera\u00e7\u00f5es de consumidores.Eles tamb\u00e9m est\u00e3o usando mais as redes sociais para compras e entretenimento, com destaque para o aumento no uso do TikTok (+35%), Instagram (+69%) e YouTube (87%).Abandono de carrinhoAs incertezas e o efeito da pandemia sobre a sa\u00fade e as finan\u00e7as pessoais deixaram os consumidores receosos em concluir o checkout. Esse comportamento influenciou de formas diferentes as taxas de abandono de carrinho em cada segmento.Itens utilit\u00e1rios e de pre\u00e7o baixo, por exemplo, tiveram menos desist\u00eancias de compra. Em compensa\u00e7\u00e3o, os produtos mais caros, como eletr\u00f4nicos, apresentaram impacto maior no \u00edndice de abandono de carrinho.Uso de servi\u00e7os onlineDesde o in\u00edcio da pandemia, o n\u00famero de usu\u00e1rios de supermercado online cresceu 26%, assim como o de farm\u00e1cia online\/delivery, aponta pesquisa do Opinion Box, que tra\u00e7ou um panorama dos novos h\u00e1bitos de consumo no Brasil em decorr\u00eancia da Covid-19.Novos compradoresA pandemia vem sendo uma catalisadora de mudan\u00e7as no varejo e beneficiando, especialmente, as lojas online de produtos e servi\u00e7os. Em meio \u00e0 crise, o n\u00famero de pessoas que aumentaram as compras via internet subiu de 19% para 34%, conforme observa\u00e7\u00e3o da consultoria Kantar, no relat\u00f3rio Consumer Thermometer #6 \u2013 s\u00e9rie de pesquisas sobre o impacto do novo coronav\u00edrus nos h\u00e1bitos de consumo no Brasil.Com cidades determinando o fechamento de pontos de venda f\u00edsico, os compradores recorreram ao e-commerce. Essa migra\u00e7\u00e3o aconteceu tanto com shoppers j\u00e1 habituados \u00e0s compras online quanto com os que nunca haviam experimentado esse canal.\u00cdndice de novos compradores no e-commerce por categoria de produto.Mas como reter esses novos shoppers p\u00f3s-pandemia? A sa\u00edda \u00e9 fortalecer estrat\u00e9gias do canal para garantir o melhor mix de produtos, rastrear o processo de decis\u00e3o de compra e utilizar o momento atual para aumentar o conhecimento sobre esses consumidores, se preparar melhor e sair na frente da concorr\u00eancia.Comportamento de consumo p\u00f3s-quarentenaNa China, o consumo levou seis semanas para retomar aos n\u00edveis pr\u00e9-pandemia, e ainda veio com novos h\u00e1bitos, informa um levantamento da Kantar.Segundo a consultoria, a expectativa de desempenho semanal de vendas por alguns setores p\u00f3s-crise \u00e9:Higiene pessoal: perman\u00eancia da demandaAlimentos para cozinhar em casa e guloseimas: redu\u00e7\u00e3o da demandaItens de limpeza dom\u00e9stica: retorno ao patamar de pr\u00e9-pandemiaO avan\u00e7o da Covid-19 vem provocando profundas mudan\u00e7as no comportamento do consumidor e no varejo f\u00edsico e online. A sua empresa est\u00e1 preparada para garantir uma boa experi\u00eancia de compra para o cliente?N\u00f3s, da Na\u00e7\u00e3o Digital, somos especialistas em estrat\u00e9gias para e-commerces e podemos te guiar neste cen\u00e1rio ainda incerto. Clique no banner abaixo para agendar uma consultoria!Compartilhe:"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/nacao.digital\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Como a Covid-19 interferiu no comportamento de compra online?","item":"https:\/\/nacao.digital\/blog\/comportamento-de-compra\/#breadcrumbitem"}]}]