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Melhor gateway de pagamento em 2026: comparativo de taxas e como escolher
Este conteúdo foi atualizado em: 24/09/2026
O melhor gateway de pagamento não é o que anuncia a menor taxa de cartão. É o que cobra menos no mix real da sua loja: quanto das vendas sai em Pix, quanto sai parcelado, em quanto tempo você precisa do dinheiro e quantos pedidos o checkout aprova. Uma taxa de 3,99% no cartão pode virar mais de 12% numa venda em 6x sem juros, e quase ninguém coloca essa conta na mesa na hora de contratar.
Abaixo, os oito gateways mais relevantes para e-commerce no Brasil, com taxas e prazos conferidos nas páginas oficiais em setembro/2026, e os critérios que mudam o custo de verdade.
Em resumo:
- Não existe um melhor gateway de pagamento universal: Mercado Pago e PagBank ganham em simplicidade, Pagar.me e Efí em recebimento rápido e API, Asaas em custo fixo baixo de Pix e boleto, Vindi em recorrência e Adyen em operações grandes e internacionais.
- A taxa de cartão à vista (de 2,75% a 4,99% nos planos públicos) é a parte menor da conta. O que pesa é o parcelamento sem juros com antecipação: nos preços oficiais de Pagar.me e Mercado Pago, uma venda em 6x custa entre 12,9% e 13,6% ao lojista.
- No Pix, tarifa fixa (R$ 1,99 no Asaas) sai mais barata que tarifa percentual (0,99%) em qualquer pedido acima de cerca de R$ 200. O ticket médio decide qual modelo vence.
- Taxa de aprovação pesa tanto quanto a taxa de desconto: com margem de 30%, perder 3% dos pedidos por recusa custa 0,9% da receita, mais do que uma economia de 0,5 ponto percentual no MDR.
Qual é o melhor gateway de pagamento em 2026?
Depende de três variáveis: volume mensal, peso do parcelamento nas vendas e em quanto tempo você precisa do dinheiro. Pelo perfil da loja:
- Loja começando, ticket baixo: Mercado Pago ou PagBank. Implantação rápida, marca conhecida pelo comprador, sem mensalidade.
- Ticket acima de R$ 200 com muito Pix e boleto: Asaas, pela tarifa fixa. Se precisar de caixa no cartão, some 1,25% ao mês de antecipação na conta.
- Precisa de dinheiro rápido no parcelado: Pagar.me (preço fechado com recebimento em 1 dia) ou Efí (antecipação por parcela explícita). Simule os dois com seu mix.
- Assinatura e recorrência: Vindi, Efí ou Asaas, avaliando retentativa e Pix Automático.
- Time técnico próprio ou venda internacional: Stripe.
- Operação grande, omnichannel, com poder de negociação: Adyen, com cotações de Iugu, Cielo e Pagar.me Flex para comparar.
A plataforma de e-commerce que você usa limita quais gateways têm integração nativa, o que muda o custo de implantação.
Tabela comparativa de taxas dos gateways de pagamento (setembro/2026)
Planos padrão publicados por cada empresa, por transação aprovada. Todos negociam com volume: use a tabela como teto, não como preço final.
| Gateway | Cartão à vista | Cartão parcelado | Pix | Boleto | Prazo do cartão | Mensalidade |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pagar.me (Essencial) | 4,19% | 6x: 13,63% · 12x: 20,95% | 0,99% | não listado | 1 dia* | não |
| Mercado Pago | 4,99% (na hora) · 3,99% (30 dias) | + taxa de parcelamento (6x: 8,92% · 12x: 14,80%) | 0,99% | R$ 3,49 | na hora, 14 ou 30 dias | não |
| PagBank | 4,99% + R$ 0,40 (14 dias) · 3,99% + R$ 0,40 (30 dias) | não detalhado para venda online | não detalhado para venda online | não detalhado | 14 ou 30 dias | não** |
| Stripe | 3,99% + R$ 0,39 (cartão nacional) | não listado | 1,19% (por convite) | R$ 3,45 | não informado | não listada |
| Asaas | 2,99% + R$ 0,49 | 2–6x: 3,49% + R$ 0,49 · 7–12x: 3,99% + R$ 0,49 | R$ 1,99 (R$ 0,99 nos 3 primeiros meses) | R$ 1,99 (R$ 0,99 nos 3 primeiros meses) | 1 parcela a cada 32 dias | não |
| Efí | 3,49% | 2–6x: 3,99% · 7–12x: 4,39% | 1,19% | R$ 3,45 | até 31 dias (parcelado: 1 parcela a cada 31 dias) | não |
| Vindi | a partir de 2,75% (30 dias) · 3,25% (14 dias) + R$ 0,39 | não listado | 0,95% (mín. R$ 1,60) | R$ 2,99 | 14 ou 30 dias | a partir de R$ 299 |
| Adyen | € 0,11 + Interchange++ + 0,60% | Interchange++ | € 0,11 + contrato | € 0,11 + contrato | negociado | não |
* Pagar.me: novos vendedores podem ter o repasse retido por até 30 dias durante a análise de risco. ** PagBank: tarifa de R$ 75/mês apenas para contas sem movimentação nos últimos 360 dias. Taxas do Mercado Pago conferidas no conteúdo oficial da empresa publicado em junho/2026, porque a página de tarifas não permite leitura automatizada; confirme no link antes de contratar.
Os 8 melhores gateways de pagamento para e-commerce no Brasil
1. Pagar.me
Gateway do grupo Stone voltado para negócios digitais, com API, painel e mais de 100 integrações com plataformas de e-commerce. O plano Essencial tem taxas públicas; o Flex tem taxas negociadas, multiadquirência, split e data de recebimento personalizável.
Taxas (setembro/2026, plano Essencial): cartão à vista 4,19%, 6x 13,63%, 12x 20,95% e Pix 0,99%, com recebimento da venda em 1 dia. Sem mensalidade. Antifraude incluído sem custo, assinaturas e parcelamento em até 21x.
Prós: preço do parcelado já com o dinheiro em 1 dia, o que elimina a conta separada de antecipação; antifraude incluído; ecossistema grande de integrações.
Contras: o custo do parcelado longo é alto no plano público (20,95% em 12x); a tarifa de boleto não aparece na página de ofertas.
Melhor para: lojas que precisam de caixa rápido e querem um preço fechado por parcela, sem simular antecipação à parte.
2. Mercado Pago
O gateway mais conhecido do consumidor brasileiro, com Checkout Pro (redirecionado) e checkout transparente via API, além de plugins para as principais plataformas.
Taxas (setembro/2026): cartão de crédito 4,99% com recebimento na hora e 3,99% em 30 dias; Pix 0,99% na hora; boleto R$ 3,49 com recebimento em 3 dias. No parcelado sem juros para o comprador, soma-se uma taxa de parcelamento que vai de 2,03% (2x) a 14,80% (12x), com 8,92% em 6x. O próprio Mercado Pago mostra o exemplo: 6x com recebimento em 30 dias custa 12,91% da venda.
Prós: confiança da marca no checkout, implantação simples, Pix barato e liberação imediata, tabela de parcelamento pública e fácil de simular.
Contras: o parcelado sem juros fica caro rápido; o Checkout Pro tira o cliente da loja; taxas padrão altas para quem já tem volume e poder de negociação.
Melhor para: lojas que estão começando ou pequenas operações com muito Pix, que ganham com a familiaridade do comprador com a marca.
3. PagBank
Antigo PagSeguro, oferece checkout, link de pagamento, split e pagamento recorrente via integração, com crédito, débito online, boleto e saldo em conta PagBank.
Taxas (setembro/2026): para vendas pela internet, 4,99% + R$ 0,40 por transação com recebimento em 14 dias ou 3,99% + R$ 0,40 em 30 dias. Pix, boleto e parcelamento online não aparecem na página, que avisa que as taxas variam conforme a negociação: peça a proposta completa.
Prós: marca reconhecida, sem mensalidade para contas ativas, split e recorrência disponíveis, ecossistema com maquininha para quem também vende no físico.
Contras: não há recebimento na hora para venda online no plano público; a tarifa fixa de R$ 0,40 pesa em ticket baixo.
Melhor para: varejistas que vendem no físico e no online e querem concentrar tudo numa conta só.
4. Stripe
Plataforma global com APIs e documentação de referência para times de produto, checkout pronto, links de pagamento, cobrança recorrente e ferramentas de disputa.
Taxas (setembro/2026): 3,99% + R$ 0,39 por transação com cartão nacional, mais 2% para cartões internacionais; boleto R$ 3,45 por boleto pago; Pix 1,19%, disponível por convite. Chargeback custa R$ 55 por disputa recebida.
Prós: melhor experiência de integração para desenvolvedores; preço transparente, inclusive de disputa; forte para assinatura e venda internacional.
Contras: Pix só por convite; a página de preços não mostra condições de parcelamento nem prazo de repasse.
Melhor para: SaaS, negócios digitais e lojas com time técnico próprio ou venda relevante para o exterior.
5. Asaas
Instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central, nascida para automatizar cobrança: boleto, Pix, cartão, link de pagamento, assinaturas, split e checkout transparente, com conta digital integrada.
Taxas (setembro/2026): Pix e boleto a R$ 1,99 por transação recebida (R$ 0,99 nos três primeiros meses de cadastro); cartão de crédito à vista 2,99% + R$ 0,49, 2–6x 3,49% + R$ 0,49, 7–12x 3,99% + R$ 0,49; débito 1,89% + R$ 0,35. O cartão cai em 1 parcela a cada 32 dias; a antecipação custa 1,25% ao mês no crédito à vista, sujeita a análise. Sem mensalidade nem adesão.
Prós: a menor tarifa fixa de Pix e boleto entre os planos públicos; MDR de cartão competitivo; forte em cobrança recorrente e régua de inadimplência.
Contras: prazo de 32 dias por parcela obriga a antecipar quem precisa de caixa; a tarifa fixa de Pix e boleto pesa em ticket baixo.
Melhor para: B2B, serviços e lojas com ticket médio acima de R$ 200 e muita venda em Pix e boleto.
6. Efí (antiga Gerencianet)
Banco digital com foco em API de cobrança: Pix, Pix Automático, boleto e Bolix (boleto com QR Code Pix), cartão, checkout transparente, split e pagamento recorrente, todos sem custo de adesão.
Taxas (setembro/2026): Pix 1,19%, Pix Automático R$ 3,50 por Pix liquidado e boleto R$ 3,45 por boleto pago. Cartão à vista 3,49% com recebimento em até 31 dias; parcelado 3,99% (2–6x) ou 4,39% (7–12x), recebendo uma parcela a cada 31 dias, ou 3,49% + 1,29% por parcela antecipada para receber o valor total. Checkout transparente, recorrência, API e antifraude sem custo adicional.
Prós: a tabela mais transparente do mercado, com custo da antecipação por parcela explícito; Pix Automático já precificado; bom para quem integra via API.
Contras: Pix percentual (1,19%) mais caro que os concorrentes em ticket alto; boleto entre os mais caros da lista.
Melhor para: negócios com cobrança recorrente e times técnicos que querem prever o custo exato de cada parcela antecipada.
7. Vindi
Plataforma de recorrência e pagamentos com certificação PCI DSS nível 1, que combina gateway, gestão de assinaturas, relatórios e recuperação de inadimplência. Os planos acima do Essencial trazem API, split, multiadquirência e retentativas automáticas.
Taxas (setembro/2026): cartão a partir de 2,75% (30 dias) ou 3,25% (14 dias), Pix 0,95% com mínimo de R$ 1,60 e boleto R$ 2,99, mais R$ 0,39 por transação aprovada (a Vindi indica que essa tarifa pode ser isenta). Mensalidade a partir de R$ 299 (Essencial), R$ 499 (Pro, com API e split) e R$ 1.119 (Premium e Corporate, com multiadquirência).
Prós: taxa de cartão a partir de 2,75%, das menores da lista; retentativa e multiadquirência reduzem recusa em cobrança recorrente.
Contras: a mensalidade só se paga com volume; API e split exigem o plano Pro.
Melhor para: clubes de assinatura, SaaS e e-commerces com receita recorrente relevante.
8. Adyen
Plataforma global que une gateway, adquirência e gestão de risco, usada por grandes varejistas.
Taxas (setembro/2026): € 0,11 de taxa fixa por transação + Interchange++ + 0,60% para Visa e Mastercard. Pix e boleto têm a mesma taxa fixa, com o restante definido em contrato. Sem mensalidade nem setup; moeda e faturamento mínimo são negociados.
Prós: no modelo Interchange++ você vê o custo real de cada bandeira e cartão, sem margem embutida; operação omnichannel e internacional.
Contras: exige volume e time técnico; não é pensado para quem está começando.
Melhor para: operações grandes, com volume para negociar e interesse em otimizar a taxa de aprovação transação a transação.
E Iugu e Cielo?
Não publicam taxas: a Iugu vende planos Essencial, Essencial + Split e Motor com preço sob consulta, forte em cobrança recorrente, split para plataformas e Pix Automático. A Cielo oferece API E-commerce, checkout, link de pagamento, split e gestão de risco, também sob consulta.
Como escolher o gateway de pagamento: os critérios que mudam o custo
A pergunta certa não é “qual tem a menor taxa”, e sim “quanto vou pagar por R$ 100 vendidos no meu mix de pagamentos, no prazo em que preciso do dinheiro”. Seis critérios respondem isso.
1. MDR efetivo, não a taxa anunciada
MDR é o percentual descontado de cada venda. A taxa anunciada costuma ser a do cartão à vista no prazo mais longo; o MDR efetivo é a média ponderada de tudo o que você vende, incluindo parcelas, Pix, boleto, tarifas fixas e antecipação. Uma tarifa fixa de R$ 0,49 num pedido de R$ 50 soma quase 1 ponto percentual ao custo. Puxe os pedidos dos últimos três meses, separe por meio e número de parcelas e aplique a tabela de cada gateway.
2. O custo da antecipação (onde a margem some)
No parcelado sem juros, o gateway repassa uma parcela por mês. Para ter o dinheiro antes, você antecipa, e paga juros por mês adiantado. É por isso que o parcelado custa tanto: nas tabelas oficiais, 6x sai por 13,63% no Pagar.me (recebendo em 1 dia) e por 12,91% no Mercado Pago (recebendo em 30 dias).
Exemplo ilustrativo (números hipotéticos): uma venda de R$ 600 em 6x sem juros, num gateway com MDR de 3,5% e antecipação de 2% ao mês.
- MDR: 3,5% de R$ 600 = R$ 21,00. Sobram R$ 579, ou seis parcelas de R$ 96,50.
- Antecipação: a 1ª parcela é adiantada em 1 mês, a 2ª em 2 meses e assim até a 6ª, em 6 meses. Somando, são 21 “meses-parcela” × 2% × R$ 96,50 = R$ 40,53.
- Custo total: R$ 61,53, ou 10,3% da venda. A taxa anunciada era 3,5%.
- A mesma venda em Pix a 0,99% custaria R$ 5,94. A diferença de R$ 55 por pedido é o argumento para dar desconto no Pix.
Se boa parte das vendas é parcelada e você antecipa tudo, a antecipação pesa mais que o MDR. Compare o preço do parcelado com o dinheiro na mão.
3. Chargeback e antifraude
Chargeback é a contestação da compra pelo titular do cartão. O lojista perde o valor, o produto e ainda paga tarifa: na Stripe, R$ 55 por disputa. Pergunte se o antifraude está incluído, quem assume o prejuízo de uma fraude aprovada e quantas compras legítimas ele barra: um antifraude rígido demais “economiza” chargeback derrubando venda boa.
4. Taxa de aprovação e conversão do checkout
É o critério que menos aparece na comparação de propostas. Se o gateway A cobra 0,5 ponto percentual menos que o B, mas aprova 3% menos pedidos, você perde dinheiro: com margem de 30%, os pedidos recusados levam 0,9% da receita, sem contar a mídia paga para trazer esse cliente até o checkout. Peça a taxa de aprovação por bandeira no seu segmento, pergunte se há retentativa automática e roteamento entre adquirentes (multiadquirência) e prefira checkout transparente, que mantém o cliente na loja. Em auditorias de funil, é comum encontrar lojas que não separam recusa do cartão de desistência do cliente. Para reduzir atrito, vale revisar as páginas de checkout e as estratégias contra abandono de carrinho.
5. Pix: tarifa fixa ou percentual, e o Pix Automático
Pix tem dois modelos de cobrança. Tarifa percentual (0,99% no Mercado Pago e Pagar.me, 1,19% na Efí) é melhor para ticket baixo; tarifa fixa (R$ 1,99 no Asaas) vence a partir de um pedido de cerca de R$ 201, onde 0,99% passa a custar mais que R$ 1,99. Num pedido de R$ 1.000, a diferença é de R$ 9,90 contra R$ 1,99. Para ativar o Pix com desconto e comunicação na página de produto, veja o guia de Pix no e-commerce.
Para assinatura, o critério novo é o Pix Automático, disponível nos bancos desde 16 de junho de 2025: o cliente autoriza uma vez e a cobrança recorrente acontece sem cartão. Confira se o gateway já oferece e quanto cobra (na Efí, R$ 3,50 por Pix liquidado).
6. Integração, split e recorrência
Confirme se há plugin oficial para a sua plataforma, se o split atende o seu modelo (marketplace próprio, comissão de parceiros) e se a recorrência tem retentativa. Se você está decidindo entre operar loja própria ou vender em marketplace, essa escolha vem antes: no marketplace o pagamento é do operador, e o gateway só importa no e-commerce próprio. No B2B, com fatura mensal e boleto, o peso muda para cobrança e conciliação; nosso texto sobre métodos de pagamento B2B detalha as opções.
Uma regra prática: a partir de certo volume, a tabela pública deixa de ser referência. Leve o seu mix real (meios, parcelas, ticket médio, taxa de chargeback) para pelo menos três gateways e compare as propostas pelo custo por R$ 100 vendidos.
Gateway, subadquirente e adquirente: qual a diferença?
O adquirente (Cielo, Rede, Stone, Getnet) liquida a transação com a bandeira e repassa o dinheiro; exige contrato próprio. O gateway é a tecnologia que conecta a loja a um ou mais adquirentes e transmite os dados do pagamento; em tese, não mexe no dinheiro. O subadquirente, também chamado de intermediador (Mercado Pago, PagBank, Asaas), faz as duas coisas: fornece a tecnologia e recebe o dinheiro em nome da loja, dispensando contrato com adquirente, em troca de uma taxa maior. Na prática, a maioria dos “gateways” desta lista atua como subadquirente. A explicação completa, com fluxo da transação, está no nosso guia sobre o que é gateway de pagamento.
Perguntas frequentes sobre gateway de pagamento
Qual gateway de pagamento tem a menor taxa?
Nos planos públicos de setembro/2026, a menor taxa de cartão à vista anunciada é a da Vindi (a partir de 2,75% com recebimento em 30 dias, mais R$ 0,39 e mensalidade), seguida do Asaas (2,99% + R$ 0,49, sem mensalidade). No Pix, a menor tarifa percentual é a da Vindi (0,95%, mínimo de R$ 1,60) e a menor fixa, a do Asaas (R$ 1,99). O mais barato para a sua loja depende do mix de meios e do prazo em que você precisa receber.
Qual o melhor gateway de pagamento para B2B com fatura mensal?
Para B2B com faturamento mensal, o que pesa é cobrança por boleto e Pix, régua de inadimplência e conciliação. Asaas, Efí e Iugu são focados nesse modelo; o Asaas tem a menor tarifa fixa pública de boleto e Pix entre os três.
Escolher o gateway certo reduz custo por pedido, mas só aparece na receita se você medir o checkout de ponta a ponta: aprovação, recusa, abandono e conversão por meio de pagamento. É esse tipo de leitura que o time de performance analytics da Nação Digital faz com e-commerces. Se quer entender onde o seu checkout está perdendo venda, fale com a Nação Digital.

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