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Fim do E-Sedex: saiba como lidar com o fim desta forma de envio dos Correios

fim do e-sedex

A decisão está tomada. O presidente dos Correios anunciou para O Globo que chegou o fim do e-sedex. Novos contratos já não podem ter o serviço desde junho deste ano e contratos antigos terão o serviço cancelado nos próximos dias, não sendo mais aceitas entregas a partir do ano que vem.

 

Para muitos e-commerces, esta decisão gera um estado de crise. O produto usado só para e-commerces representa 30% do faturamento de lojas franqueadas. O fim do serviço gerou reação entre os franqueados, que prometem recorrer à Justiça para que o produto continue a ser comercializado.

 

O E-Sedex é um serviço exclusivo para comércio eletrônico, com preço quase igual o da entrega convencional por PAC, mas os mesmos prazos curtos de entrega do Sedex normal. As desvantagens do serviço eram a restrição de cobertura de algumas cidades e o limite de peso de 15kg.

 

As empresas contratantes já estão recebendo notificações sobre o fim do serviço.

 

Em conversa com O Globo, os Correios informaram que as necessidades do e-commerce são atendidas por todos os serviços de encomendas e não apenas por esse serviço específico.

 

“Com a evolução do e-commerce brasileiro, todos os serviços de encomendas — PAC, Sedex, Sedex 12, Sedex 10, Sedex Hoje e Logística Reversa — passaram a ser utilizados pelos clientes para a entrega dos produtos adquiridos via web”, diz nota.

Como lidar com o fim do E-Sedex

Com o fim do E-Sedex, é importante tomar certas medidas para não sofrer tantos prejuízos. A primeira delas é comunicar o cliente o mais cedo possível sobre a mudança para o ano que vem.

 

Seja o primeiro a informar de forma personalizada que o serviço do qual tantos consumidores estão acostumados em usufruir não existirá mais, ou seja, não será possível pagar menos por prazos mais curtos em produtos de até 15kg como anteriormente.

 

As alternativas para o serviço podem estar na busca de transportadoras para determinados produtos mais leves em determinadas regiões. Cada e-commerce deve se adaptar como possível com opções que façam sentido para o negócio.

 


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