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Ilustração abstrata de um celular emitindo ondas de aproximação em direção a um cartão, representando o celular usado como maquininha

Maquininha no celular: 8 apps de Tap to Pay comparados em 2026 (taxas e requisitos)

  • 3 de novembro de 2026
  • Rodrigo Martucci
  • inbound commerce
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Usar a maquininha no celular deixou de ser gambiarra: com o Tap to Pay (pagamento por aproximação via NFC), o cliente encosta o cartão, o relógio ou o celular dele no seu aparelho e a venda cai na sua conta, sem comprar nem alugar equipamento. InfinitePay, Ton, Mercado Pago, PagBank, Cielo, Nubank, SumUp e Getnet oferecem isso no Brasil hoje, mas com taxas, prazos, celulares compatíveis e bandeiras aceitas bem diferentes.

Este comparativo reúne as taxas publicadas nas páginas oficiais de cada app em novembro/2026, os requisitos técnicos que derrubam muita gente na primeira venda (versão do Android, modelo de iPhone, bandeira que não passa no iPhone) e o custo do mesmo faturamento de R$ 8 mil por mês em cada opção, inclusive comparado à maquininha física da mesma empresa.

Em resumo:

  • Num exemplo hipotético de R$ 8 mil/mês (30% débito, 50% crédito à vista, 20% em 6x, Visa e Mastercard), as tabelas de novembro/2026 vão de R$ 274,08 (TapTon, 1 dia útil) a R$ 498,40 (InfinitePay recebendo na hora) por mês.
  • Na mesma empresa, o celular pode sair mais barato que a máquina: no PagBank, o Tap On custa R$ 49,84/mês a menos que a Moderninha no plano Super Max; na Cielo, o Cielo Tap custa R$ 104,30/mês a menos que o Plano Aluguel abaixo da meta de R$ 15 mil.
  • O requisito técnico decide antes da taxa: a Getnet não aceita iPhone, o Mercado Pago pede iPhone 11 ou superior (a Apple exige XS) e a Getnet pede Android 12.
  • No iPhone, a bandeira Elo não passa no Tap On do PagBank nem no Tap to Pay do Nubank, que aceitam só Visa e Mastercard (o PagBank também Amex). Quem tem muito cliente Elo deve conferir isso antes de qualquer centavo de taxa.
  • Acima de R$ 200, o cliente digita a senha na tela do seu celular (regra informada por Cielo, PagBank e Nubank). Cartão sem o símbolo de aproximação não funciona: a saída é Pix ou link de pagamento.

Comparativo rápido: os 8 apps de maquininha no celular

Taxas de tabela para Visa e Mastercard, conferidas nas páginas oficiais em novembro/2026. Nenhum dos oito cobra adesão, aluguel ou mensalidade pelo recurso; o custo está todo na taxa por venda.

OpçãoPara quemTaxa (nov/2026): débito · crédito à vista · 6xPonto fortePonto fraco
TapTon (Ton)CPF, MEI e CNPJ que vendem até 21x0,57% · 3,05% · 8,65% (1 dia útil)Menor custo total no exemploElo e Amex bem mais caras (1,98% no débito)
Mercado Pago (Tap)Quem já vende no Mercado Livre0,89% · 3,09% · 8,19% (em segundos)Parcelado barato e até 18xiPhone só a partir do 11
Nubank (Tap to Pay)Quem tem conta Nu Empresas (CNPJ)0,89% · 3,09% · 8,19% (na hora)Mesma taxa do Mercado Pago com recebimento na horaNo iPhone, só Visa e Mastercard
InfinitePay (InfiniteTap)Quem soma balcão e online e passa de R$ 20 mil/mês1,37% · 3,15% · 8,28% (1 dia útil, até R$ 20 mil)Faixas que baixam com o volume; plano sem antecipaçãoNa hora custa 2,29% · 5,49% · 13,99%
PagBank (Tap On)PF, MEI e PJ que querem dinheiro na hora0,88% · 3,14% · 9,48% (na hora)Mais barato que a Moderninha da própria marcaPix cobrado (1,89%); no iPhone, sem Elo
Cielo TapQuem quer a marca Cielo sem alugar máquina1,07% · 3,48% · 11,02% (1 dia)Tabela de 2x a 11x publicada; teclado aleatório na senhaParcelado entre os mais caros
SumUp (Tap to Pay)PF e MEI em início de operação0% · 0% · não publicado (promoção do 1º mês)Sem limite de valor por venda definido pela SumUpTaxa depois do 1º mês não publicada
Getnet (Get Tap)PF, MEI e PJ até R$ 3 milhões/ano, só Android1,69% · 3,79% · 9,94% (2 dias úteis, “a partir de”)Aceita voucher e funciona em vários celularesSem iPhone; Android 12 ou superior

Este post trata só do celular como maquininha. Se você vende em volume no balcão e precisa de impressora, chip ou bobina, o comparativo certo é o das 9 melhores maquininhas de cartão com hardware, comparadas pela taxa efetiva.

1. TapTon (Ton) — para quem quer a menor taxa com recebimento em 1 dia

O TapTon é o app de maquininha no celular da Ton, marca da Stone para pequenos negócios. Funciona em Android 10 ou superior com NFC e em iPhone XS ou mais novo com iOS 17. Aceita CPF, MEI e CNPJ, e parcela em até 21x.

Preço (nov/2026): plano padrão único, sem faixa de faturamento. Em 1 dia útil: débito 0,57%, crédito à vista 3,05%, 6x 8,65% e 12x 12,29%. Na hora (até 1 minuto): 0,87%, 3,08%, 8,69% e 12,35%. Elo e Amex: 1,98% no débito e 4,24% no crédito à vista em 1 dia útil. Pix grátis na Conta Ton. Ver taxas oficiais →

Prós: a menor taxa de débito da lista; receber na hora custa só 0,03 a 0,30 ponto a mais que em 1 dia útil; a taxa não depende de faturamento mínimo.

Contras: Elo e Amex custam mais que o triplo no débito; a tabela completa por parcela fica no simulador da página, não em destaque; limite por transação não informado.

Melhor para: ambulantes, prestadores de serviço e lojas pequenas com clientela majoritariamente Visa e Mastercard.

2. Mercado Pago (Tap) — para quem parcela e já vende no Mercado Livre

O Tap do Mercado Pago (também chamado Point Tap) fica dentro do app, na opção de cobrar. Exige Android 10 ou superior com NFC ativado; no iPhone, a página oficial informa como modelo mínimo o iPhone 11, mais restrito que o XS exigido pela Apple.

Preço (nov/2026): débito 0,89%, crédito à vista 3,09%, 2x 5,79%, 6x 8,19%, 12x 12,38% e 18x 18,99%, com o dinheiro “em segundos”. Sem adesão nem mensalidade. A página não diz se essa tabela muda por faixa de faturamento, como acontece nas maquininhas Point; confira no app a taxa da sua conta. Ver taxas oficiais →

Prós: o 6x mais barato entre os que pagam na hora, empatado com o Nubank; parcelamento em até 18x; aceita Visa, Mastercard, Elo e carteiras digitais.

Contras: iPhone XS e XR ficam de fora; a página não informa limite por venda nem a regra de senha.

Melhor para: quem já recebe pelo Mercado Livre ou Mercado Pago e vende muito parcelado.

3. Nubank (Tap to Pay) — para quem já tem conta PJ no Nu

O recurso, lançado como NuTap, é exclusivo de quem tem conta Nu Empresas, aberta com CNPJ (MEI incluso). No Android, pede versão 8.0 ou superior, NFC ativo, modelo certificado pelo Google e modo desenvolvedor desligado; a página avisa que alguns celulares Huawei podem não funcionar. No iPhone, XS ou mais novo com iOS 18.3.2 ou superior.

Preço (nov/2026): débito 0,89%, crédito à vista 3,09%, 6x 8,19% e 12x 12,38%, com recebimento na hora. Adesão, manutenção e Pix pela conta: R$ 0. A página avisa que as taxas podem mudar e que o valor vigente fica no app. Ver taxas oficiais →

Prós: aceita o Android mais antigo da lista; dinheiro na hora na mesma conta em que você já paga contas; Elo aceita no Android.

Contras: não atende CPF; no iPhone, só Visa e Mastercard; parcelamento limitado a 12x.

Melhor para: MEI e pequenas empresas que já concentram a operação no Nu Empresas.

4. InfinitePay (InfiniteTap) — para quem cresce e vende também online

O InfiniteTap, da CloudWalk, usa exatamente a mesma tabela da maquininha física da InfinitePay. Funciona em Android 11 ou superior com NFC e iPhone XS ou superior, para CPF, MEI e CNPJ, sem exigir CNPJ.

Preço (nov/2026): em 1 dia útil, até R$ 20 mil/mês: débito 1,37%, crédito à vista 3,15%, 6x 8,28%, 12x 12,40%. Acima de R$ 20 mil: 0,85%, 2,89%, 6,64% e 10,12%; acima de R$ 80 mil, 0,75%, 2,69%, 5,99% e 8,99%. Na hora, para qualquer faixa: 2,29%, 5,49%, 13,99% e 18,29%. Plano sem antecipação (crédito a partir de 30 dias) acima de R$ 20 mil: 2,22% no crédito à vista e 2,75% em qualquer parcelamento. Pix grátis. Ver taxas oficiais →

Prós: a faixa soma maquininha, InfiniteTap e link de pagamento, então quem vende no balcão e online desce de faixa mais rápido; o plano sem antecipação é o mais barato do mercado para quem tem caixa.

Contras: receber na hora é o mais caro da lista; Elo e Amex custam bem mais em 1 dia útil (2,58% no débito até R$ 20 mil); limite por venda e regra de senha não informados.

Melhor para: negócios acima de R$ 20 mil/mês, ou que vendem muito parcelado e não precisam do dinheiro no dia.

5. PagBank (Tap On) — para quem precisa do dinheiro na hora

O Tap On vende por aproximação no app do PagBank para PF e PJ, inclusive MEI e autônomos. Exige Android 11 ou superior com NFC (no primeiro uso, instala uma extensão “Tap On” pela Google Play) ou iPhone XS ou mais novo com o iOS mais recente. No Android, aceita voucher Alelo, Ticket e VR para contas PJ.

Preço (nov/2026): promoção de 0% no débito e no crédito à vista por 30 dias ou até R$ 1.500 em vendas, para novos clientes. Depois: débito 0,88%, crédito à vista 3,14%, 6x 9,48% e 12x 13,74%, com recebimento na hora. Pix: 1,89%. Sem mensalidade nem adesão. A tabela detalhada da página repete 0% no débito e no crédito à vista mesmo fora da promoção; o resumo da própria página e a tabela de planos do PagBank indicam 0,88% e 3,14%. Ver taxas oficiais →

Prós: dinheiro na hora sem custo extra; mais barato que a Moderninha do próprio PagBank; o app calcula o repasse da taxa ao cliente, se você quiser.

Contras: Pix pago; no iPhone, só Visa, Mastercard e Amex (sem Elo); limites por venda “dinâmicos”, sem valor publicado.

Melhor para: quem vende no débito e no crédito à vista e precisa do caixa no mesmo dia.

6. Cielo Tap — para quem quer a credenciadora tradicional sem máquina

O Cielo Tap roda no app Cielo Gestão, em Android 10 ou superior com NFC e em iPhone XS ou mais novo com o iOS mais recente. Aceita Visa, Mastercard e Elo, parcela em até 12x e bloqueia captura de tela durante a venda.

Preço (nov/2026): débito 1,07%, crédito à vista 3,48%, 2x 6,98%, 6x 11,02% e 11x 16,07% (a página não mostra o número do 12x). Recebimento em 1 dia, inclusive fim de semana e feriado, sujeito à análise de elegibilidade. Sem mensalidade. Ver taxas oficiais →

Prós: tabela parcela a parcela publicada; Elo aceita também no iPhone; teclado numérico aleatório para a senha acima de R$ 200.

Contras: parcelado caro (11,02% em 6x contra 8,19% no Mercado Pago); a página não diz se aceita CPF.

Melhor para: quem já tem relacionamento com a Cielo ou quer um segundo ponto de venda sem alugar outra máquina.

7. SumUp (Tap to Pay) — para quem está começando e vende valores altos

O Tap to Pay da SumUp é voltado a pessoa física e MEI e roda no app SumUp com NFC e sistema compatível (iOS 17 ou superior no iPhone). A página se contradiz na versão mínima do Android (cita 9 em um trecho e 11 no FAQ); considere Android 11 para não ter surpresa.

Preço (nov/2026): taxas promocionais para começar de 0% no Pix, no débito e no crédito à vista, e 11,90% no 12x. Depois do primeiro mês, a taxa se ajusta ao faturamento, e a tabela não é publicada: sob consulta. Recebimento na hora (inclusive no fim de semana) ou em 1 dia útil. Ver condições oficiais →

Prós: a SumUp afirma não impor restrição de valor por venda (o limite passa a ser o do cartão do cliente); Pix grátis; sem custo de aquisição.

Contras: impossível prever o custo depois do primeiro mês; não atende PJ além de MEI.

Melhor para: autônomos testando a venda com cartão ou com ticket alto.

8. Getnet (Get Tap) — para equipes com vários Androids

A solução da credenciadora do Santander funciona só em Android 12 ou superior com NFC e pode ser usada em vários celulares da mesma conta. Atende pessoa física, MEI e PJ com faturamento de até R$ 3 milhões por ano, sujeito a análise cadastral.

Preço (nov/2026): “a partir de” débito 1,69%, crédito à vista 3,79%, 6x 9,94% e 12x 12,88%, taxa única para Visa e Mastercard e recebimento em 2 dias úteis. Os valores aparecem na oferta de maquininha com conta Getnet, não numa tabela exclusiva do Get Tap. Sem adesão, manutenção ou aluguel. Ver condições oficiais →

Prós: aceita voucher (sujeito a ativação) e Pix; vários vendedores no mesmo cadastro; teclado dinâmico para a senha.

Contras: não funciona em iPhone; débito e crédito à vista mais caros da lista; prazo mais longo.

Melhor para: equipes de venda externa e delivery com celulares Android.

Fora da lista: o C6 Bank anunciou em abril/2026 o Tap to Pay para clientes MEI e PJ, mas a página oficial bloqueia leitura automatizada e não conseguimos conferir a tabela. A Rede (Itaú) não tem, nas páginas públicas, um produto de venda por aproximação no celular do lojista; o que existe é Pix por aproximação na maquininha.

Requisitos técnicos lado a lado

Antes da taxa, confirme se o seu celular e a sua clientela passam por estes filtros.

AppAndroidiPhoneBandeiras no iPhonePrazo padrãoExige CNPJ?
TapTon10+ com NFCXS+ com iOS 17Visa, Mastercard, Elo, Amex (página não restringe)1 dia útil ou na horaNão
Mercado Pago10+ com NFC11 ou superiorPágina não detalhaEm segundosPágina não informa
Nubank8.0+ certificado pelo GoogleXS+ com iOS 18.3.2Visa e MastercardNa horaSim (Nu Empresas)
InfinitePay11+ com NFCXS+ com iOS atualPágina não restringe1 dia útil ou na horaNão
PagBank11+ com NFCXS+ com iOS atualVisa, Mastercard e AmexNa horaNão
Cielo Tap10+ com NFCXS+ com iOS atualVisa, Mastercard e Elo1 diaPágina não informa
SumUp11 (página diverge)iOS 17+Página não detalhaNa hora ou 1 dia útilNão (PF e MEI)
Getnet12+ com NFCNão disponível—2 dias úteisNão

Senha na tela, cartão sem aproximação e limite por venda

  • Senha (PIN) na tela: Cielo, PagBank e Nubank informam que, acima de R$ 200, o cliente digita a senha no seu celular. Cielo e Getnet usam teclado com números em posições aleatórias, para que ninguém deduza a senha pelo movimento do dedo.
  • Cartão sem aproximação: o celular só lê por NFC. Cartão sem o símbolo de ondas, ou com a função desativada pelo banco, não passa; não há como inserir chip nem passar tarja. Tenha Pix no app ou um link de pagamento como plano B.
  • Limite por venda: só a SumUp declara não impor limite próprio; o PagBank fala em limites “dinâmicos”, consultados no produto; os demais não publicam. Para vendas de valor alto, faça uma venda teste antes do dia em que precisar.

Quanto custa R$ 8 mil por mês em cada app

Exemplo hipotético: um prestador de serviço fatura R$ 8 mil/mês no cartão, sendo R$ 2.400 no débito, R$ 4.000 no crédito à vista e R$ 1.600 em 6x, tudo Visa e Mastercard. Aplicamos a tabela de novembro/2026 de cada app, sem promoção. SumUp fica de fora por não publicar a taxa pós-promoção.

App (prazo)DébitoCrédito à vista6xCusto/mêsTaxa efetiva
TapTon (1 dia útil)R$ 13,68R$ 122,00R$ 138,40R$ 274,083,43%
Mercado Pago (em segundos)R$ 21,36R$ 123,60R$ 131,04R$ 276,003,45%
Nubank (na hora)R$ 21,36R$ 123,60R$ 131,04R$ 276,003,45%
TapTon (na hora)R$ 20,88R$ 123,20R$ 139,04R$ 283,123,54%
InfinitePay (1 dia útil, até R$ 20 mil)R$ 32,88R$ 126,00R$ 132,48R$ 291,363,64%
PagBank Tap On (na hora)R$ 21,12R$ 125,60R$ 151,68R$ 298,403,73%
Cielo Tap (1 dia)R$ 25,68R$ 139,20R$ 176,32R$ 341,204,27%
Getnet Get Tap (2 dias úteis, “a partir de”)R$ 40,56R$ 151,60R$ 159,04R$ 351,204,39%
InfinitePay (na hora)R$ 54,96R$ 219,60R$ 223,84R$ 498,406,23%

Entre o mais barato e a Getnet são R$ 77,12 por mês, ou R$ 925,44 por ano, para o mesmo faturamento. O peso maior está no crédito à vista e no parcelado: o débito quase não muda o ranking. Se a sua clientela usa muito Elo, refaça a conta: no TapTon, por exemplo, o débito Elo sai a 1,98% em vez de 0,57%. A lógica de cada fatia da taxa está no post sobre taxa MDR e quanto ela custa de verdade, e a diferença entre as bandeiras, no guia de bandeiras de cartão no Brasil.

Celular ou maquininha física da mesma empresa?

Com os mesmos R$ 8 mil e o mesmo mix, comparando as tabelas oficiais de novembro/2026:

  • PagBank: Tap On custa R$ 298,40/mês; a Moderninha no Super Max (1,44%, 3,49% e 10,88% depois da promoção), R$ 348,24/mês, mais o aparelho. O celular economiza R$ 598,08 por ano.
  • Cielo: Cielo Tap custa R$ 341,20/mês. O Plano Aluguel (débito de 1,19% a partir de dezembro/2026, crédito à vista 3,45%, 6x 11,19%) custa R$ 345,60 em taxas mais R$ 99,90 de aluguel abaixo de R$ 15 mil: R$ 445,50/mês. O Comodato (1,90%, 4,30% e 11,30%) custa R$ 398,40/mês mais R$ 238,80 pela máquina.
  • InfinitePay: a tabela é a mesma para a maquininha e o InfiniteTap, então a diferença é só o preço do aparelho.

A máquina física ainda ganha quando muitos clientes usam cartão sem aproximação, quando pedem comprovante impresso ou quando o volume passa da meta que zera o aluguel. Nesses casos, veja o comparativo de maquininhas com hardware.

Como escolher o app de maquininha no celular

A melhor maquininha no celular é a que funciona no seu aparelho, aceita as bandeiras dos seus clientes e cobra menos no seu prazo. Siga esta ordem:

  1. Celular: iPhone XS ou XR elimina o Mercado Pago (pede iPhone 11); qualquer iPhone elimina a Getnet; Android abaixo do 10 deixa praticamente só o Nubank.
  2. Bandeira: se você usa iPhone e atende muito cliente Elo, descarte PagBank e Nubank no iPhone.
  3. Prazo: se precisa do dinheiro no dia, compare só quem paga na hora (Mercado Pago, Nubank, PagBank, TapTon na hora). Se pode esperar, o plano sem antecipação da InfinitePay acima de R$ 20 mil é o mais barato no parcelado. A conta de quanto custa a pressa está no guia de antecipação de recebíveis.
  4. Mix: com muito parcelado, Mercado Pago e Nubank (8,19% em 6x) batem PagBank (9,48%) e Cielo (11,02%).

Qual escolher por perfil

  • Autônomo com CPF, ticket baixo: TapTon (1 dia útil) ou PagBank Tap On, se precisar do dinheiro na hora.
  • MEI com conta Nu Empresas: Nubank, pela taxa igual à do Mercado Pago com recebimento na hora na conta que você já usa.
  • Vende muito parcelado: Mercado Pago (até 18x) ou, com caixa e mais de R$ 20 mil/mês, InfinitePay sem antecipação.
  • Loja com site e balcão: InfinitePay, porque link de pagamento e maquininha somam na mesma faixa.
  • Equipe externa com Android corporativo: Getnet ou Cielo Tap como segundo terminal de quem já usa essas credenciadoras.

Como funciona o Tap to Pay, em 30 segundos

Tap to Pay é o nome genérico (e o da Apple, no iPhone) para usar a antena NFC do celular como leitor de cartão por aproximação. Você abre o app, digita o valor e mostra o celular; o cliente encosta o cartão, o celular ou o relógio. A transação é criptografada e certificada pelas bandeiras, e, segundo a SumUp, o número do cartão e a senha não ficam gravados no aparelho. No iPhone, a função exige iPhone XS ou posterior, conforme a página oficial da Apple. Quem processa a venda é a empresa do app, como credenciadora ou subcredenciadora (a diferença está no post sobre adquirente e subadquirente).

Perguntas frequentes

Qual o melhor app para passar cartão no celular?

Pelas tabelas de novembro/2026, TapTon, Mercado Pago e Nubank têm o menor custo total no exemplo de R$ 8 mil/mês (cerca de 3,4% do faturamento). O melhor para você depende do celular, das bandeiras dos clientes e de quando precisa do dinheiro.

Preciso de CNPJ para usar o celular como maquininha?

Não na maioria. TapTon, InfinitePay, PagBank, SumUp e Getnet aceitam CPF. O Nubank exige conta Nu Empresas, aberta com CNPJ (MEI serve).

Qualquer iPhone funciona com Tap to Pay?

Não. A Apple exige iPhone XS ou posterior, e alguns apps pedem mais: o Mercado Pago informa iPhone 11 como mínimo e o Nubank, iOS 18.3.2. A Getnet não oferece a função no iPhone.

O que fazer quando o cartão do cliente não tem aproximação?

O celular não lê chip nem tarja. Ofereça Pix pelo próprio app ou envie um link de pagamento, que aceita cartão digitado. Se isso acontece com frequência, uma maquininha física compensa.

Taxas conferidas nas páginas oficiais em novembro/2026; confira o valor atual no link de cada app antes de contratar.


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