Skip to content
Blog da Nação Digital
  • E-commerce
    • Gestão
    • Ferramentas e Hacks
    • Marketing
    • E-commerce B2B
  • Partner corner
  • Materiais gratuitos
  • Podcast
  • A Nação
  • Contato
  • Search
Ilustração abstrata de um nó central distribuindo fluxos de luz por canais paralelos, representando a bandeira conectando emissores e adquirentes numa transação com cartão

Bandeiras de cartão: o que são, quais as principais no Brasil e o que elas definem

  • 23 de outubro de 2026
  • Rodrigo Martucci
  • inbound commerce
  • 0 Comments

Bandeira de cartão é a empresa que cria e administra as regras de um arranjo de pagamento: ela define como a compra é autorizada, quem paga quem, em quanto tempo, quanto custa a tarifa de intercâmbio e como se resolve uma contestação. Visa, Mastercard, Elo, American Express e Hipercard são as principais bandeiras aceitas no Brasil. A bandeira não empresta dinheiro, não emite o cartão e não paga o lojista: quem faz isso são o emissor e o adquirente.

Para quem vende online, entender as bandeiras de cartão de crédito é entender de onde vêm três coisas que aparecem na operação todo dia: a taxa que sai de cada venda, as regras de chargeback e o motivo de um cartão ser recusado no checkout. Este guia mostra o papel de cada participante numa transação, o que cada bandeira faz no Brasil, como identificar a bandeira pelo número do cartão e o que o Banco Central mudou nas regras dos arranjos.

Em resumo:

  • A bandeira é o instituidor do arranjo de pagamento: escreve as regras e conecta emissor e adquirente. O emissor aprova a compra e cobra o cliente; o adquirente credencia a loja e paga o lojista.
  • No Brasil, as bandeiras de ampla aceitação são Visa, Mastercard e Elo. American Express e Hipercard vêm em seguida; Diners, Discover e JCB têm aceitação mais restrita, e a Cabal está sendo descontinuada pelo Sicoob, seu principal emissor.
  • Os primeiros dígitos do cartão (BIN ou IIN) indicam a bandeira e o emissor. Visa começa com 4; Mastercard, com 51 a 55 ou 2221 a 2720. A Elo tem faixas que também começam com 4, 5 e 6, por isso identificar a bandeira só pelo primeiro dígito gera erro.
  • A bandeira define o intercâmbio (a maior parte do MDR), as regras de chargeback, a tokenização e a autenticação 3DS. No débito e no pré-pago, o intercâmbio tem teto desde 2023 (Resolução BCB nº 246/2022).
  • O Pix é um arranjo concorrente, instituído pelo próprio Banco Central, sem bandeira, sem adquirente e sem chargeback. Em setembro de 2026, pessoas físicas fizeram 3,3 bilhões de Pix para empresas.

O que é bandeira de cartão

A bandeira é o dono das regras. Na linguagem do Banco Central, ela é o instituidor de um arranjo de pagamento, que o BC define como “o conjunto de regras e procedimentos que disciplina a prestação de determinado serviço de pagamento ao público”. A própria página de arranjos de pagamento do Banco Central usa a bandeira como exemplo: a compra só acontece porque o vendedor aceita receber daquela bandeira.

A base legal é a Lei 12.865/2013, que trouxe arranjos e instituições de pagamento para dentro do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). As regras gerais para os arranjos que integram o SPB estão consolidadas na Resolução BCB nº 150/2021.

Nem todo cartão está sob esse guarda-chuva. O próprio BC lista como fora da sua regulação os cartões private label (de loja, aceitos só na rede do varejista), os arranjos de pagamento de serviços públicos, os bilhetes de transporte e os cartões de vale-refeição e vale-alimentação. Por isso o “cartão da loja” não segue as mesmas regras de um cartão Visa ou Elo.

Bandeira, emissor, adquirente, subadquirente e gateway

A confusão mais comum é tratar a bandeira como quem cobra ou paga. Ela não faz nenhum dos dois. Cada participante tem uma função:

ParticipanteO que fazRelação com a loja
Bandeira (instituidor)Escreve as regras do arranjo, roteia a mensagem entre adquirente e emissor, fixa o intercâmbio e arbitra disputasIndireta: a loja aceita a bandeira por meio do adquirente
EmissorEmite o cartão, concede o limite, aprova ou recusa a compra e cobra a fatura do clienteNenhuma: é o banco do comprador
Adquirente (credenciador)Credencia a loja, captura a transação, liquida perante o emissor e paga o lojistaContrato direto e taxa (MDR)
Subadquirente (subcredenciador)Credencia a loja e repassa os valores, mas depende de um adquirente para liquidarContrato direto, cadastro simplificado
GatewayLeva os dados do checkout até o adquirente ou subadquirente e devolve a respostaContrato técnico, cobra por transação ou mensalidade

A diferença entre credenciar a loja direto ou via intermediário está detalhada no nosso guia sobre o que é adquirente e a diferença para subadquirente. A camada técnica, no guia sobre o que é gateway de pagamento e quanto custa.

Como funciona uma transação com cartão, passo a passo

A autorização leva poucos segundos e atravessa todos os participantes. O dinheiro faz o caminho inverso dias ou semanas depois:

  1. Checkout: o cliente digita o cartão (ou usa um cartão salvo, tokenizado). O gateway criptografa os dados e os envia ao adquirente ou subadquirente.
  2. Roteamento: o adquirente lê o BIN, identifica a bandeira e encaminha a transação pela rede dela.
  3. Autenticação (quando houver): se a loja usa 3DS, o emissor pode confirmar a identidade do comprador, de forma silenciosa ou com um desafio no aplicativo do banco.
  4. Autorização: o emissor verifica limite, risco de fraude e status do cartão, e aprova ou recusa. A resposta volta pelo mesmo caminho até o site.
  5. Captura: a loja confirma a venda (na hora ou após análise antifraude) e ela entra na agenda de recebíveis.
  6. Liquidação: o emissor paga o adquirente descontando o intercâmbio; o adquirente desconta a tarifa da bandeira e sua margem, e paga o lojista no prazo contratado, ou antes, se ele antecipar os recebíveis.

O MDR que o lojista vê é, portanto, a soma de três partes: intercâmbio (fica com o emissor e é definido pela bandeira), tarifa da bandeira e margem do adquirente. Só a terceira se negocia diretamente. O cálculo por modalidade e por bandeira está no nosso guia sobre taxa MDR.

Principais bandeiras de cartão aceitas no Brasil

O mercado de cartões movimentou cerca de R$ 4,5 trilhões em 2025, alta de 10,1% sobre 2024, segundo o balanço anual da Abecs divulgado em fevereiro de 2026. A Abecs não publica a divisão desse volume por bandeira, então a tabela abaixo descreve papel e aceitação, não participação de mercado:

BandeiraOrigem e controlePapel no Brasil (outubro/2026)
VisaRede global, americanaAmpla aceitação; emitida por praticamente todos os grandes bancos e fintechs
MastercardRede global, americanaAmpla aceitação; é a bandeira dos cartões de muitos bancos digitais
EloBrasileira, controlada por Banco do Brasil, Bradesco e CaixaAmpla aceitação; base forte entre clientes dos três bancos sócios
American ExpressRede global, americanaAceita pelos principais adquirentes; público de alta renda e cartões corporativos
HipercardBrasileira, do Itaú UnibancoAceitação nacional, com base concentrada em clientes Itaú e parcerias de varejo
Diners ClubRede global, parte da Discover Global NetworkAceitação mais restrita; confirme com o seu adquirente
Discover e JCBAmericana e japonesaRelevantes sobretudo para portadores estrangeiros; aceitação varia por adquirente
CabalOrigem argentina; no Brasil, ligada ao SicoobEm descontinuação: o Sicoob informa que os cartões Cabal serão substituídos por Visa e Mastercard

Dois pontos da tabela pedem contexto. Em maio de 2025, Banco do Brasil, Bradesco e Caixa anunciaram o retorno à divisão da Elo em três partes iguais, o modelo de 2011; o relato integrado 2025 da Elo registra esse realinhamento societário. E a Cabal, que muitos checkouts ainda listam, está saindo de cena: segundo a página de cartões do Sicoob, todos os cartões da bandeira estão sendo substituídos gradualmente por cartões Mastercard e Visa.

Como identificar a bandeira pelo número do cartão

Os primeiros dígitos do cartão formam o BIN (Bank Identification Number), que a norma ISO/IEC 7812 chama de IIN (Issuer Identification Number). Eles identificam a bandeira e o emissor. O último dígito é verificador, calculado pelo algoritmo de Luhn, o que permite ao checkout rejeitar um número digitado errado antes de enviá-lo ao adquirente.

BandeiraFaixa inicial
Visa4
Mastercard51 a 55 e 2221 a 2720
American Express34 e 37 (15 dígitos)
Diners Club36, 38 e 300 a 305
Discover6011, 644 a 649 e 65
JCB3528 a 3589
EloFaixas próprias espalhadas entre números iniciados por 4, 5 e 6 (por exemplo, 509 e 6363)
HipercardFaixas próprias iniciadas por 6 (por exemplo, 6062)

A faixa 2 da Mastercard é oficial e segue o padrão ISO de 2015; a documentação de desenvolvedor da Mastercard lista os intervalos 222100–272099 e 510000–559999. As faixas de Elo e Hipercard são exemplos: as bandeiras distribuem a tabela completa aos adquirentes, e ela muda com o tempo.

É aqui que mora uma armadilha de checkout. Como há cartões Elo que começam com 4 e com 5, uma regra simplista (“começou com 4, é Visa”) classifica a bandeira errado, mostra o logotipo errado e, dependendo da integração, manda a transação com a bandeira errada ou bloqueia uma bandeira que a loja nem sabia que estava recusando. Outro ponto: desde a revisão de 2017 da ISO/IEC 7812, o BIN passou de 6 para 8 dígitos, e validações escritas para 6 dígitos ficam desatualizadas. A solução é deixar a identificação para o gateway ou adquirente, que recebe as tabelas atualizadas, em vez de manter uma lista própria no front-end.

O que a bandeira define (e por que isso pesa no seu resultado)

Intercâmbio

A tarifa de intercâmbio é a parte do MDR que vai para o emissor, e a tabela é da bandeira: varia por tipo de cartão (débito, crédito básico, premium, corporativo), por canal (presencial ou online) e por segmento da loja. Cartões premium costumam carregar intercâmbio maior, o que ajuda a explicar por que o MDR muda conforme o cartão do cliente. No débito e no pré-pago há teto: a Resolução BCB nº 246/2022 limitou o intercâmbio a 0,5% por transação no débito e 0,7% no pré-pago desde 1º de abril de 2023. No crédito não existe teto.

Chargeback

Prazos de contestação, motivos aceitos, documentos que a loja precisa apresentar e limites de taxa de disputa são regras da bandeira. A Resolução BCB nº 522/2025, de 10 de novembro de 2025, passou a exigir que os regulamentos dos arranjos limitem a responsabilidade financeira dos participantes a disputas iniciadas em até 180 dias da autorização. Depois disso, a conta fica com o instituidor, ou seja, com a bandeira. Como evitar e contestar está no nosso guia sobre chargeback no e-commerce.

Tokenização

A bandeira emite tokens de rede: um número substituto que representa o cartão para uma loja específica. Se o cartão físico for trocado por perda ou vencimento, o token pode ser atualizado pela própria bandeira, sem o cliente redigitar nada. Para assinaturas e compra recorrente, isso reduz recusas por cartão vencido; para segurança, significa que um vazamento na loja não expõe o número real.

Autenticação 3DS

O EMV 3-D Secure é o padrão técnico mantido pela EMVCo (consórcio das grandes bandeiras) para o emissor autenticar o comprador em compras online. Cada bandeira tem o seu programa sobre esse padrão e define quando a autenticação transfere a responsabilidade pela fraude da loja para o emissor. Na versão 2, a autenticação pode acontecer sem desafio, com base nos dados do dispositivo e da compra; o desafio no app do banco fica para os casos em que o emissor vê risco.

Neutralidade entre emissores

A mesma Resolução 522/2025 obriga as bandeiras a proibir que adquirentes e subadquirentes restrinjam ou discriminem transações de emissores regularmente habilitados no arranjo. Na prática: quem aceita uma bandeira precisa aceitar os cartões de todos os emissores dela, inclusive de bancos pequenos e fintechs.

Antes de brigar por décimos no MDR, vale conferir se o cliente chega até o checkout. O Diagnóstico de Catálogo da Nação Digital roda 7 verificações públicas no domínio da sua loja — código de barras, produto duplicado, busca interna, dados estruturados — e devolve o resultado em até 48 horas, sem pedir acesso a nenhuma conta.

Aceitar mais bandeiras aumenta a conversão?

Não há estudo público brasileiro recente que meça o efeito isolado de adicionar uma bandeira na taxa de conversão do e-commerce. O que existe é o mecanismo: quando o cliente tem só um cartão de uma bandeira que a loja não aceita, ele troca de meio de pagamento (Pix, boleto), troca de cartão ou desiste. Quanto o seu público concentra em cada bandeira, só os seus dados mostram.

Exemplo hipotético: uma loja fatura R$ 400 mil por mês em cartão e não aceita Elo. Se 6% das tentativas de pagamento chegam com cartão Elo e metade desses clientes não conclui por outro meio, a perda é de 3% do faturamento em cartão: R$ 12 mil por mês, ou R$ 144 mil por ano. Se o MDR da Elo for 0,3 ponto percentual maior que o das outras bandeiras nessas vendas, o custo extra seria de R$ 72 por mês (0,3% de R$ 24 mil). A conta quase sempre favorece aceitar.

Para medir o seu caso, peça ao adquirente ou gateway o relatório de tentativas por bandeira, incluindo as recusadas por “bandeira não habilitada”, e cruze com o abandono na etapa de pagamento. Recusa por bandeira costuma ficar escondida na taxa geral de aprovação. Os outros pontos de perda nessa etapa estão no guia sobre checkout transparente, e os critérios para escolher o processador no comparativo de gateways de pagamento.

Pix: o arranjo que concorre com as bandeiras

O Pix também é um arranjo de pagamento, mas o instituidor é o próprio Banco Central. Não tem bandeira, não tem adquirente, não tem intercâmbio e o dinheiro cai na conta do recebedor em segundos. A diferença de custo e prazo explica a escala: em setembro de 2026, pessoas físicas fizeram 3,33 bilhões de transações Pix para empresas, somando cerca de R$ 370 bilhões, segundo os dados abertos do Pix no Banco Central (estatísticas de transações por natureza, recorte pessoa para empresa).

CritérioCartão (bandeira)Pix
InstituidorBandeira privadaBanco Central
Custo para a lojaMDR (intercâmbio + bandeira + adquirente)Tarifa do PSP da loja, quando houver
Prazo de recebimentoDias ou semanas, conforme contrato e parcelamentoSegundos
ParcelamentoSim, nativoNão no Pix comum; existem soluções de parcelamento de terceiros
ContestaçãoChargeback, pelas regras da bandeiraMecanismo Especial de Devolução (MED), para fraude e falha operacional
RecorrênciaCartão salvo e tokenizadoPix Automático

O Pix não elimina a bandeira: o cartão de crédito continua sendo o único meio com parcelamento nativo e limite de crédito, o que pesa em tíquete alto. A estratégia que costuma funcionar é oferecer os dois, com o Pix bem posicionado. Veja como oferecer o Pix no e-commerce do jeito certo e, para assinaturas, o Pix Automático.

Checklist: bandeiras na sua operação

  1. Liste as bandeiras habilitadas no seu adquirente ou subadquirente, e compare com as que o checkout exibe. Elas nem sempre coincidem.
  2. Peça o MDR por bandeira e por modalidade (débito, crédito à vista, parcelado). A taxa média esconde diferenças.
  3. Puxe a taxa de aprovação por bandeira. Uma bandeira com aprovação muito abaixo das outras indica problema de integração, de antifraude ou de BIN.
  4. Tire a identificação de bandeira do front-end e deixe com o gateway, que recebe as tabelas de BIN atualizadas.
  5. Revise cartões e métodos descontinuados, como a Cabal, para não oferecer opção que vai deixar de existir.
  6. Ative tokenização e 3DS se vende recorrência ou tem tíquete alto, e confira as regras de chargeback de cada bandeira.

Se você vende também no presencial, o mesmo raciocínio vale para a maquininha: veja o nosso comparativo das melhores maquininhas de cartão. E se a loja divide pagamentos com vendedores parceiros, o split de pagamento resolve o repasse sem passar o dinheiro pelo seu caixa.

Perguntas frequentes

Quais são as bandeiras de cartão de crédito mais aceitas no Brasil?

Visa, Mastercard e Elo têm aceitação praticamente universal entre os adquirentes. American Express e Hipercard também são aceitas pelos principais adquirentes. Diners, Discover e JCB têm aceitação mais restrita e variam conforme o contrato da loja.

A bandeira é quem aprova ou recusa a compra?

Não. Quem aprova é o emissor, o banco que concedeu o cartão. A bandeira roteia a transação e pode recusá-la por falhas técnicas ou de regra do arranjo, mas a decisão de crédito e de risco é do emissor.

Qual a diferença entre bandeira e banco emissor?

A bandeira define as regras e a rede por onde a transação passa; o emissor é o banco ou fintech que dá o cartão ao cliente, define o limite e cobra a fatura. Um mesmo banco pode emitir cartões de várias bandeiras.

A loja é obrigada a aceitar todas as bandeiras?

Não. A loja escolhe quais bandeiras aceita, dentro das que o adquirente oferece. Mas, ao aceitar uma bandeira, deve aceitar os cartões de todos os emissores habilitados nela, regra reforçada pela Resolução BCB nº 522/2025.

Dá para descobrir a bandeira pelos primeiros números do cartão?

Sim, pelo BIN. Visa começa com 4; Mastercard com 51 a 55 ou 2221 a 2720; American Express com 34 ou 37. A Elo tem faixas que começam com 4, 5 e 6, então o primeiro dígito sozinho não basta.


Cada bandeira recusada é um cliente que chegou ao fim do funil e não comprou. O Diagnóstico de Catálogo da Nação Digital roda 7 verificações públicas no domínio da sua loja — código de barras, produto duplicado, busca interna, dados estruturados — e devolve o resultado em até 48 horas, sem pedir acesso a nenhuma conta.

Para enxergar quanto cada meio de pagamento, bandeira e canal deixa de margem, a equipe de performance analytics da Nação ajuda a montar essa leitura. Fale com a Nação Digital.

Compartilhe:

Rodrigo Martucci

Mais posts:

Ilustração abstrata de uma grade de células de planilha se reorganizando sozinhas, representando IA aplicada a planilhas
IA para planilhas: 9 ferramentas de IA para Excel e Google Planilhas comparadas (2026)

Quem procura IA para planilhas quer, em geral, resolver uma de três dores: a fórmula…

Ilustração abstrata de nós conectados em violeta e azul representando um fluxo de automação no n8n
n8n: o que é, quanto custa e como se compara ao Make e ao Zapier (2026)

O n8n é uma plataforma de automação de fluxos de trabalho em que você conecta…

Ondas sonoras abstratas em roxo e azul representando uma inteligência artificial de voz
IA de voz: as 7 melhores ferramentas para clonar voz e criar locução em 2026 (com preços)

Uma IA de voz transforma texto em fala com entonação humana e, em muitos casos,…

Ilustração abstrata de uma silhueta humana feita de partículas de luz diante de quadros de vídeo, representando um apresentador digital gerado por IA
HeyGen: o que é, preços em 2026, limites e as melhores alternativas

O HeyGen é uma plataforma de vídeo com IA que coloca um apresentador digital para…

This Post Has 0 Comments

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Siga a Nação Digital
  • LinkedIn
  • Facebook
  • Instagram
  • Spotify
Diagnóstico de Catálogo da Nação Digital: 7 verificações públicas no catálogo da sua loja, resultado em até 48 horas
baixar gratuitamente material sobre 25 fluxos de automação para e-commerce
Posts recentes
  • Ilustração abstrata de uma grade de células de planilha se reorganizando sozinhas, representando IA aplicada a planilhas
    IA para planilhas: 9 ferramentas de IA para Excel e Google Planilhas comparadas (2026)
    23 de outubro de 2026
  • Ilustração abstrata de nós conectados em violeta e azul representando um fluxo de automação no n8n
    n8n: o que é, quanto custa e como se compara ao Make e ao Zapier (2026)
    23 de outubro de 2026
  • Ondas sonoras abstratas em roxo e azul representando uma inteligência artificial de voz
    IA de voz: as 7 melhores ferramentas para clonar voz e criar locução em 2026 (com preços)
    23 de outubro de 2026

Maringá | PR

Av. Duque de Caxias, 672
Ed. New Center, 1˚ Andar
[44] 3026-0077

São Paulo | SP

Rua Florida, 1738, Conj. 121
Cidade Monções

FacebookLinkedInInstagram
  • E-commerce
    • Gestão
    • Ferramentas e Hacks
    • Marketing
    • E-commerce B2B
  • Partner corner
  • Materiais gratuitos
  • Podcast
  • A Nação
  • Contato
Back To Top
    Vá para versão mobile