As taxas do Mercado Livre em novembro/2026 são duas: a tarifa de venda, de 10%…
Sistema PDV: os 10 melhores frentes de caixa comparados (2026, com preços)
Escolher um sistema PDV (o frente de caixa da loja física) parece simples até a primeira fila travada por queda de internet ou a primeira venda online que some do estoque da loja. Para quem vende no balcão e também na internet, o PDV deixou de ser só a tela do caixa: ele precisa emitir NFC-e, conversar com a maquininha e baixar o mesmo estoque que o e-commerce e os marketplaces usam.
Abaixo, 10 sistemas de PDV que operam no Brasil, com o plano de entrada conferido na página oficial em novembro/2026, o que cada um faz sem internet e onde estão as pegadinhas dos planos “grátis”.
Em resumo:
- Desde 1º de janeiro de 2026, o SAT está vedado em São Paulo e o MFE foi descontinuado no Ceará: o documento do varejo em todo o país é a NFC-e.
- Para quem também vende online, ERP com PDV embutido (Bling, Olist, GestãoClick, Hiper) resolve o estoque único com menos integração.
- Quase todo PDV online hoje roda na nuvem, mas “funciona offline” varia muito: GestãoClick e Hiper vendem até 7 dias sem internet; Bling e vhsys declaram que são sistemas online, sem modo offline.
- O preço da vitrine raramente é o real: NFC-e fora do plano de entrada, PDV só no terceiro plano e cobrança por maquininha integrada são comuns.
- Restaurante e delivery têm outra lógica (comanda, mesa, iFood): Saipos e Consumer foram feitos para isso.
Comparativo rápido: 10 sistemas de PDV em novembro/2026
| Sistema | Para quem | Plano de entrada (nov/2026) | Ponto forte | Ponto fraco |
|---|---|---|---|---|
| Bling | Loja física + marketplaces, pequeno porte | R$ 60/mês (Cobalto) | Pedidos do PDV não consomem o limite do plano | Sem modo offline |
| Olist ERP (antigo Tiny) | Varejo omnichannel em crescimento | R$ 66/mês (Avance, preço promocional) | PDV e NFC-e em todos os planos | R$ 50/mês por maquininha integrada |
| GestãoClick | Varejo que precisa vender sem internet | R$ 199/mês no anual (Prata, primeiro com NFC-e) | Até 7 dias de venda offline | Plano Bronze não inclui nota fiscal |
| vhsys | Pequena empresa que já usa o ERP | R$ 359/mês (Completo, primeiro com PDV) | ERP completo com NFC-e em todos os planos | PDV só a partir do 3º plano; sem offline |
| Hiper | Varejo de bairro com uma ou mais lojas | Sob consulta | Offline por 7 dias + TEF + loja virtual própria | Preço não publicado |
| Omie Multivarejo | Varejo que quer ERP financeiro robusto | A partir de R$ 468/mês | Frente de caixa dentro de um ERP contábil | Página não confirma NFC-e nem offline |
| TOTVS Linx | Redes e franquias de médio e grande porte | Sob consulta | TEF com certificação PCI e OMS para omnichannel | Contrato e implantação de projeto |
| Saipos | Restaurantes, bares e delivery | A partir de R$ 240,79/mês | Mais de 50 integrações, incluindo iFood | Fora do varejo de produto |
| Consumer | Alimentação de pequeno porte | Grátis até 200 pedidos/mês; pago a partir de R$ 59,90/mês | Versão gratuita que não expira | TEF só no plano de R$ 269,90/mês |
| PDV InfinitePay | Microempreendedor que já usa a maquininha | Grátis (maquininha a R$ 199) | Zero mensalidade | Vive dentro da maquininha; sem computador |
Preços conferidos nas páginas oficiais em novembro/2026. Valores promocionais estão sinalizados; confirme no link de cada fornecedor antes de contratar.
1. Bling — para loja física que já vende em marketplace
O Bling é um ERP online com frente de caixa, emissão de NFC-e e integração com marketplaces e lojas virtuais. Os planos são definidos pelo volume de pedidos importados de marketplaces e API; pedidos do PDV não consomem esse limite, o que barateia a conta de quem vende muito no balcão.
Preço (nov/2026): Cobalto a R$ 60/mês (até 200 pedidos importados e 5 usuários), Titânio a R$ 120/mês, Diamante a R$ 650/mês e Elite a partir de R$ 1.250/mês. Ver planos oficiais →
Prós: estoque sincronizado com lojas virtuais e marketplaces; integração com maquininhas Cielo, PagSeguro, Stone, Safra, Vero Banrisul e Vindi.
Contras: a FAQ oficial diz que o Bling “é um sistema online e não possui módulo de contingência ou offline” — caiu a internet, o caixa para.
Melhor para: lojista pequeno com boa conexão que vende em loja física e em Mercado Livre, Shopee ou Amazon.
2. Olist ERP (antigo Tiny) — para varejo omnichannel em crescimento
O ERP da Olist herdou a base do Tiny e traz PDV e emissão de NF-e, NFC-e e NFS-e já no plano de entrada, com integrações nativas a marketplaces e lojas virtuais.
Preço (nov/2026): Avance a R$ 66/mês, Construa a R$ 123,90/mês (promoção de 3 meses; preço cheio de R$ 177), Impulsione a R$ 234/mês e Domine a R$ 474/mês. Valores de campanha promocional. Ver planos oficiais →
Prós: PDV e NFC-e sem plano mínimo; integração por API a partir do Construa; integração gratuita com a maquininha no celular da própria Olist.
Contras: maquininhas de outros adquirentes custam R$ 50/mês cada no PDV, e o Avance não inclui nenhuma integração gratuita. A página de planos não informa operação offline.
Melhor para: loja que quer um único sistema para balcão, loja virtual e marketplaces, e topa usar a maquininha do ecossistema.
3. GestãoClick — para quem não pode parar sem internet
ERP online com emissão automática de NFC-e e o modo offline mais claro desta lista: “o computador vende sem internet por até sete dias desde o último contato com o sistema”.
Preço (nov/2026): Bronze a R$ 119/mês no anual (R$ 183,08 no mensal), Prata a R$ 199/mês no anual (R$ 306,15 no mensal), Ouro a R$ 289 e Platina a R$ 379 no anual. Ver planos oficiais →
Prós: contingência offline real; integração com POS Stone; conexão com Shopee, Mercado Livre, Nuvemshop e Loja Integrada.
Contras: no Bronze, “notas fiscais e boletos podem ser contratados como adicional” — para um varejo que precisa emitir NFC-e, a entrada real é o Prata. Offline, Pix, maquininha integrada e trocas esperam a conexão.
Melhor para: loja em local com internet instável que não aceita fila parada.
4. vhsys — para pequena empresa que quer o ERP inteiro
O vhsys é um ERP online em que todos os planos emitem NF-e, NFC-e e NFS-e, mas o “PDV (Ponto de Venda / Venda Balcão)” só aparece a partir do terceiro plano.
Preço (nov/2026): Essencial a R$ 169/mês e Controle a R$ 329/mês (ambos sem PDV); Completo a R$ 359/mês e Gestão Integrada a R$ 499/mês (com PDV). Ver planos oficiais →
Prós: financeiro e fiscal no mesmo lugar; integração com maquininhas Stone compatíveis.
Contras: a página do PDV afirma que o sistema “precisa de conexão com a internet para funcionar e sincronizar as operações”; marketplaces dependem de extensão contratada à parte.
Melhor para: quem já usa o vhsys como ERP e quer acrescentar o balcão sem trocar de sistema.
5. Hiper — para varejo de bairro com uma ou mais lojas
Sistema de gestão com frente de caixa para o pequeno varejo: emite NFC-e, tem TEF integrado, loja virtual própria e venda em Mercado Livre.
Preço (nov/2026): sob consulta. A página lista os planos Hiper Mini (até 3 usuários) e Hiper Gestão (4 usuários ou mais), mas a tabela de valores aparece só como imagem. Ver planos oficiais →
Prós: “mesmo offline você consegue vender em contingência por até 7 dias”; TEF e POS Stone integrados; gestão de várias lojas.
Contras: preço não publicado dificulta a comparação; TEF aparece como opcional, só no Hiper Gestão.
Melhor para: mercadinho ou loja de roupas que precisa de caixa estável e quer vender online sem outro sistema.
6. Omie Multivarejo — para quem prioriza o financeiro
A Omie é um ERP de gestão financeira e contábil. Entre os planos, só o Multivarejo inclui “solução completa de frente de caixa”.
Preço (nov/2026): ERP Padrão a partir de R$ 339/mês (sem frente de caixa) e Omie Multivarejo a partir de R$ 468/mês. Ver preços oficiais →
Prós: financeiro, contábil e caixa no mesmo sistema, o que encurta a conciliação.
Contras: a página de preços não detalha NFC-e, TEF nem operação offline (“100% na nuvem”); é a entrada mais cara entre os ERPs com preço publicado.
Melhor para: varejo com estrutura financeira mais madura, em que o contador já trabalha dentro do ERP.
7. TOTVS Linx — para redes, franquias e varejo de médio porte
A TOTVS Linx atende redes de lojas com PDV, TEF, PDV em maquininha inteligente que emite NFC-e e, como produtos separados, e-commerce, hub de marketplaces e OMS (orquestrador de pedidos omnichannel).
Preço (nov/2026): sob consulta, por contato comercial. Ver soluções oficiais →
Prós: “primeiro TEF com certificação PCI internacional”, segundo a Linx; ecossistema completo para estoque distribuído entre lojas e site.
Contras: omnichannel exige contratar e integrar produtos distintos; implantação é projeto, não assinatura.
Melhor para: rede com várias lojas que precisa de envio a partir da loja, retirada na loja e estoque consolidado.
8. Saipos — para restaurantes, bares e delivery
PDV para alimentação, com “frente de caixa ágil para restaurantes, bares e delivery”, emissão de NFC-e, sistema de contingência e mais de 50 integrações, incluindo iFood.
Preço (nov/2026): plano mensal a partir de R$ 240,79. Ver planos oficiais →
Prós: delivery e salão no mesmo caixa; várias frentes de caixa simultâneas.
Contras: a página não detalha o que entra em cada plano; não serve para varejo de produto com e-commerce.
Melhor para: restaurante em que o iFood é parte relevante da receita.
9. Consumer — para alimentação de pequeno porte que quer começar grátis
Sistema para restaurantes e lanchonetes, com PDV, delivery próprio, integração com iFood, 99Food e Keeta e emissão ilimitada de NFC-e.
Preço (nov/2026): versão grátis com até 200 pedidos mensais, que não expira. Planos pagos no anual: Essencial a R$ 59,90/mês, Profissional a R$ 179,90/mês e Alta Performance a R$ 269,90/mês. Ver planos oficiais →
Prós: o PDV “continua operando offline e sincroniza automaticamente quando a conexão volta”; emissor fiscal incluído desde o Essencial.
Contras: TEF só no Alta Performance (com 1 ponto; ponto adicional a R$ 21); PDV em rede só a partir do Profissional; os preços exibidos valem para o plano anual.
Melhor para: lanchonete ou pizzaria com poucos pedidos que quer emitir NFC-e sem mensalidade no início.
10. PDV InfinitePay — para quem vive na maquininha
Exemplo de PDV de adquirente: função da maquininha que cadastra produtos, atualiza o estoque e concilia as vendas na própria máquina.
Preço (nov/2026): “O PDV é gratuito! Você não paga nada para usar” — você paga as taxas das vendas e a maquininha, listada a R$ 199. Ver página oficial →
Prós: zero mensalidade; nada para instalar.
Contras: a página não detalha o documento fiscal, uso em computador nem integração com loja virtual — confirme a NFC-e antes. Trocar de adquirente é trocar de PDV.
Melhor para: MEI ou feirante que precisa de controle básico de produtos e caixa, sem e-commerce.
O que o fisco exige em 2026: NFC-e, o fim do SAT e do MFE
A NFC-e (modelo 65) é hoje o documento padrão da venda a consumidor final em todos os estados. As duas exceções acabaram:
- São Paulo (SAT): a Sefaz-SP confirmou em resposta à consulta 32.314/2025 que “a emissão do CF-e-SAT fica vedada a partir de 1º de janeiro de 2026”; no lugar dele, o contribuinte emite NFC-e ou NF-e. Ver resposta oficial da Sefaz-SP →
- Ceará (MFE): pelo Decreto 36.417/2025, a Sefaz-CE descontinuou o MFE e o CF-e e encerrou o suporte técnico em 1º de janeiro de 2026, com migração para a NFC-e. Ver comunicado da Sefaz-CE reproduzido pela COAD →
Ainda há páginas de fornecedores listando SAT e MFE como recurso. Se o vendedor apresentar o SAT como vantagem em 2026, desconfie da atualização fiscal do sistema.
Três pontos do Ajuste SINIEF 19/2016, que rege a NFC-e, mudam a escolha do PDV:
- Offline tem prazo: a NFC-e emitida em contingência precisa ser transmitida “até o primeiro dia útil subsequente” à emissão. Vender 7 dias offline não autoriza ficar 7 dias sem transmitir: o modo offline evita fila parada, não adia a obrigação.
- Teto de valor: é vedada a NFC-e em operação de R$ 200 mil ou mais; nesse caso, só NF-e.
- Regra estadual: a adoção e os detalhes ficam “a critério das unidades federadas” — credenciamento, CSC (código de segurança do contribuinte) e certificado digital A1 seguem o processo da Sefaz do seu estado.
O texto consolidado está no Ajuste SINIEF 19/2016, no portal do Confaz, e foi alterado em 2026 em pontos como a identificação do destinatário. Para venda online despachada e para comprador com CNPJ, alinhe com o contador quando emitir NFC-e e quando emitir NF-e. Se a loja virtual usa outro emissor, veja o comparativo de emissores de nota fiscal para e-commerce.
Sistema PDV gratuito: onde está a pegadinha
Há PDV gratuito de verdade, mas o custo aparece em outro lugar:
- Grátis preso à maquininha: o PDV do adquirente não cobra mensalidade porque a receita vem da taxa de cada venda. Se a taxa for 0,5 ponto acima da concorrência, numa loja que fatura R$ 50 mil por mês no cartão isso dá R$ 250 por mês (exemplo hipotético) — mais que a mensalidade de quase todos os ERPs desta lista. Compare a taxa efetiva no nosso comparativo de maquininhas de cartão.
- Grátis com teto: a versão gratuita da Consumer vale até 200 pedidos por mês.
- Barato sem nota: o plano de entrada do GestãoClick não inclui nota fiscal, e o do vhsys não inclui PDV. O preço que importa é o do primeiro plano que tem PDV e NFC-e juntos.
- Integração cobrada à parte: no Olist, cada maquininha de outro adquirente custa R$ 50/mês no PDV; no vhsys, marketplaces exigem extensão.
Exemplo hipotético de custo real: loja com dois caixas e maquininhas de outro adquirente no Olist. No Avance, são R$ 66 + 2 × R$ 50 = R$ 166/mês. No Construa, R$ 123,90 + 1 integração gratuita + 1 × R$ 50 = R$ 173,90/mês, com API liberada. Na vitrine, a diferença parece ser de quase o dobro; na conta, fica em R$ 7,90.
Como escolher um sistema de PDV para operação omnichannel
Para quem vende só no balcão, NFC-e estável e caixa rápido bastam. Para quem também vende online, o checklist muda:
- Estoque único, em tempo real: a venda no balcão precisa baixar o saldo que o site e os marketplaces enxergam no mesmo minuto. Pergunte o intervalo de sincronização. Veja o comparativo de sistemas de controle de estoque.
- Preço único (ou diferença intencional): se o produto custa um valor na loja e outro no site, que isso seja decisão de negócio, não falha de cadastro.
- Troca na loja de compra online: o caixa precisa localizar o pedido do site, aceitar a devolução e gerar o documento fiscal correto. Teste esse fluxo na demonstração.
- Retirada na loja: o pedido feito no site precisa aparecer no PDV para separação e baixa. Detalhamos o modelo em compra online com retirada na loja.
- Cartão integrado de verdade: TEF ou POS integrado elimina a digitação do valor na maquininha e o erro de conciliação. Confira se a sua maquininha está na lista e quanto custa cada ponto.
- Contingência: se a loja não pode parar, descarte sistemas sem modo offline, por mais barato que seja o plano.
Se já tem um ERP, comece pelo PDV dele: integrar dois sistemas de estoque é a origem mais comum de venda de produto que não existe. Para comparar ERPs, veja o guia de sistemas ERP para e-commerce; se o gargalo é a ponte com vários marketplaces, o de integradores de marketplace.
Qual sistema PDV escolher por perfil
- Loja física + marketplaces, orçamento curto: Bling ou Olist ERP.
- Internet instável: GestãoClick (a partir do Prata) ou Hiper.
- Já usa o ERP e quer acrescentar o caixa: o PDV do próprio ERP (vhsys Completo, Omie Multivarejo).
- Rede ou franquia com estoque distribuído: TOTVS Linx.
- Restaurante e delivery: Saipos (iFood como canal central) ou Consumer (começar grátis).
- MEI sem loja virtual: PDV do adquirente, desde que confirme a emissão de NFC-e.
As vendas do balcão, do site e dos marketplaces só viram decisão quando chegam juntas e limpas a um mesmo lugar — trabalho da nossa frente de inteligência e dados, e o tema do nosso guia prático de omnichannel.
Perguntas frequentes
O que é um sistema PDV?
Sistema PDV (ponto de venda), ou frente de caixa, é o software que registra a venda no balcão: lê o produto, recebe o pagamento, emite a NFC-e e baixa o estoque. Os mais completos fazem parte de um ERP e compartilham estoque com a loja virtual.
Existe sistema PDV gratuito que emite NFC-e?
Sim, com limites. A Consumer oferece versão gratuita com até 200 pedidos por mês e emissão de NFC-e, voltada à alimentação. PDVs de adquirente não cobram mensalidade, mas o custo está na taxa da maquininha, e nem todos deixam claro o documento fiscal emitido.
Ainda preciso de SAT em São Paulo?
Não. Desde 1º de janeiro de 2026, a emissão do CF-e-SAT está vedada em São Paulo, e a venda a consumidor é documentada com NFC-e (ou NF-e). No Ceará, o MFE também foi descontinuado e substituído pela NFC-e.
Preços atualizados em novembro/2026; confira o valor atual no link oficial de cada fornecedor antes de contratar.
Seu PDV, seu site e seus marketplaces mostram o mesmo estoque? O Diagnóstico de Catálogo da Nação Digital é gratuito: analisa o catálogo e a operação de vendas online e aponta onde cadastro, preço e estoque estão desencontrados.
Se a sua loja física e a sua loja virtual ainda funcionam como duas empresas diferentes, fale com a Nação Digital e veja como integrar canais, dado e receita numa operação só.




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