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Como emitir boleto: onde gerar como PJ ou MEI e quanto custa (10 opções comparadas)

Ilustração abstrata de documentos translúcidos conectados por fluxos de luz em tons de roxo e azul, representando a emissão de boletos

Para emitir boleto, sua empresa precisa de uma conta que ofereça cobrança registrada: um banco digital, uma plataforma de pagamentos ou um banco tradicional com convênio de cobrança. Você cadastra o pagador, define valor e vencimento, a instituição registra o título na rede bancária e você envia o PDF ou a linha digitável ao cliente. O que muda de um lugar para outro é o custo: há conta que não cobra nada por boleto pago e plataforma que leva 3,99% de cada pagamento.

Abaixo, dez opções para gerar boleto como PJ ou MEI, com tarifas conferidas nas páginas oficiais em novembro de 2026 e o custo calculado num exemplo de 100 boletos por mês.

Em resumo:

Onde emitir boleto: comparativo de 10 opções (novembro/2026)

OpçãoPara quemCusto por boleto (nov/2026)Ponto fortePonto fraco
AsaasPME e MEI que querem cobrança automatizada sem mensalidadeR$ 1,59 a R$ 2,15 por boleto pago, conforme o valor exibido (a página oficial está testando preços); emissão grátisRégua de cobrança, API e nota fiscal na mesma contaAvisos por WhatsApp, SMS e carta são cobrados à parte
Efí (ex-Gerencianet)Empresas que integram por API e emitem carnêR$ 3,45 por boleto, Bolix ou carnê pago; não pago é grátisCrédito em 1 dia útil; API gratuitaTarifa unitária mais alta entre as fixas
CoraPJ até 100 boletos pagos/mês; MEI com volume baixoGrátis até 100 compensados/mês (10 para MEI); depois R$ 1,90Pagamento pelo QR Pix é grátis e não consome a franquiaAPI só via ERPs parceiros, com custo por volume
Inter EmpresasPMEs com qualquer volumeLiquidação isenta e ilimitada após aderir ao termo de gestão de cobrançasSem teto de quantidade nem de valorComunicado não menciona MEI; exige adesão ao termo
PagBankPequeno negócio que já usa a conta ou a maquininha“Tarifa zero” nas cobranças por boleto, emissão ilimitadaRecebimento em até 2 dias úteis; BolePixPágina não detalha regras de compensação nem integração
Mercado PagoCobrança avulsa de ticket baixo, por link3,99% do valor no link de pagamentoLink pronto, pagador conhece a marcaPercentual fica caro acima de ~R$ 80 de ticket
IuguEmpresas de assinatura e marketplaces com volumeSob consulta (assinatura mensal + tarifas)Bolepix, carnê, split e taxas negociadasSem preço público; pode haver taxa de implantação
VindiRecorrência com régua e retentativaR$ 2,99 por boleto + plano a partir de R$ 299/mêsBolepix: pago pelo QR custa 0,95%Mensalidade inviabiliza volume pequeno
Cobre FácilMEI e autônomo que começam sem mensalidadeBásico: R$ 3,50 por boleto pago; PRO: R$ 1,90 + R$ 49,90/mês (promocional)Plano grátis e nota fiscal ilimitadaPix só no plano pago
Banco tradicional (convênio)Médias e grandes, com ERP e CNABSob negociação (registro, liquidação, baixa, protesto)Remessa e retorno CNAB, limite de crédito e antecipaçãoCostuma cobrar por título registrado, pago ou não

1. Asaas — para quem quer cobrança automatizada sem mensalidade

O Asaas é uma conta digital focada em cobrança: emite boleto, Pix e cartão, dispara lembretes antes e depois do vencimento e emite nota fiscal. A emissão é gratuita e a tarifa só incide quando o cliente paga.

Preço (novembro/2026): R$ 1,59 por boleto pago; para contas novas, R$ 0,79 nos três primeiros meses. Atenção: em 03/11/2026 a mesma página oficial também exibiu R$ 2,15 por boleto pago (R$ 1,08 nos três primeiros meses). O Asaas está testando preços e mostra valores diferentes conforme a visita; confirme a tarifa na sua conta antes de contratar. Sem mensalidade nem taxa de adesão. Pix recebido segue a mesma tarifa. Avisos extras: WhatsApp a R$ 0,55 por envio; e-mail e SMS a R$ 0,99 por cobrança paga. Ver tabela oficial

Prós: custo zero para boleto que não é pago; boleto com QR Code Pix (o próprio blog do Asaas descreve o recurso); boleto parcelado, carnê e assinatura; API documentada para emitir em volume a partir do ERP.

Contras: a tabela de preços não informa o prazo de compensação do boleto pago por código de barras; avisos por WhatsApp, carta e robô de voz são cobrados por envio.

Melhor para: PMEs e MEIs com volume de dezenas a milhares de boletos que querem a régua de cobrança pronta, sem contratar um sistema de cobrança recorrente separado.

2. Efí (ex-Gerencianet) — para quem integra por API e emite carnê

A Efí é o nome atual do banco de pagamentos da Gerencianet. Oferece boleto, Bolix (boleto com QR Code Pix) e carnê, com integração por API sem custo adicional.

Preço (novembro/2026, Efí Empresas): R$ 3,45 por boleto, Bolix ou folha de carnê paga. Emissão, baixa, cancelamento e boleto não pago são gratuitos. Valor disponível em 1 dia útil. Pix: 1,19% após 30 recebimentos gratuitos no mês. Pix Automático: R$ 3,50 por Pix liquidado. Manutenção de conta gratuita. Ver tarifas oficiais

Prós: cobra só o que é pago; prazo de 1 dia útil declarado na tabela; documentação de API madura para boleto, carnê e Pix.

Contras: tarifa por boleto pago entre as mais altas desta lista; a página avisa que valores variam conforme contrato.

Melhor para: empresas com desenvolvimento próprio que emitem carnê ou boleto via sistema e valorizam o crédito em D+1.

3. Cora — para PJ com até 100 boletos pagos por mês

A Cora é um banco digital para empresas que transformou a emissão gratuita em argumento central. A emissão e o cancelamento não custam nada; o limite está na compensação.

Preço (novembro/2026): empresas não MEI têm até 100 boletos compensados grátis por mês; do 101º em diante, R$ 1,90 por boleto. MEI tem 10 gratuitos e paga R$ 1,90 a partir do 11º. Pagamento pelo QR Code Pix do boleto é gratuito e não conta na franquia. Sem mensalidade. Ver regras oficiais

Prós: custo zero para a maior parte das pequenas empresas; dinheiro na hora quando o cliente paga pelo QR; boleto avulso, parcelado e recorrente. Página de boletos da Cora

Contras: pelo código de barras, a compensação leva até 3 dias úteis; a API só está disponível para ERPs e sistemas contábeis do programa de parceiros, com cobrança por volume; a franquia de MEI é pequena.

Melhor para: prestadores de serviço e pequenas empresas que emitem pelo aplicativo e ficam abaixo de 100 boletos pagos por mês.

4. Inter Empresas — para PMEs com volume alto de boletos

Em 19 de maio de 2026, o Inter anunciou isenção total e ilimitada da tarifa de liquidação de boletos para PMEs. Antes, a gratuidade vinha em pacotes limitados por perfil de cliente.

Preço (novembro/2026): liquidação gratuita, “sem restrição de quantidade ou valor por transação”, para quem aderir ao termo de gestão de cobranças no Internet Banking do Inter Empresas. A isenção vale para liquidações futuras, independentemente do canal de emissão. Ver comunicado oficial

Prós: custo zero sem teto, o que muda a conta para quem emite centenas de boletos; boleto já sai com QR Code Pix e código de barras, com Pix compensado na hora (segundo o Inter); portal de desenvolvedores para integração.

Contras: o comunicado fala em PMEs e não menciona MEI; a isenção depende de adesão ativa ao termo, então quem não aderir segue nas regras anteriores; código de barras leva até 3 dias úteis para ser reconhecido.

Melhor para: PMEs que emitem muitos boletos e querem zerar o custo unitário sem negociar com banco.

5. PagBank — para quem já usa a conta ou a maquininha

O PagBank (antigo PagSeguro) oferece conta PJ gratuita com cobrança por Pix e boleto. Desde 2023 tem o BolePix, boleto com código de barras e QR Code Pix no mesmo documento, conforme noticiou a IstoÉ Dinheiro no lançamento.

Preço (novembro/2026): a página da conta PJ anuncia “tarifa zero nas cobranças Pix e Boleto” e diz que é possível emitir quantas cobranças quiser, sem custo. Recebimento do boleto em até 2 dias úteis. Ver página oficial

Prós: custo zero anunciado; boletos conciliados no mesmo extrato das vendas na maquininha e online; prazo de recebimento curto.

Contras: a página não detalha tarifa de compensação, limites nem recursos de emissão em lote e API para boleto; confirme a tabela de tarifas dentro da conta antes de migrar volume.

Melhor para: varejo pequeno que já recebe pelo PagBank e quer concentrar cartão, Pix e boleto num extrato só.

6. Mercado Pago — para cobrança avulsa de ticket baixo

No Mercado Pago, o caminho mais comum para gerar boleto é o link de pagamento: o cliente abre a URL e escolhe boleto, Pix ou cartão.

Preço (novembro/2026): boleto a 3,99% do valor, com recebimento em até 3 dias. Pix a 0,99%, na hora. Sem mensalidade. Ver tarifas oficiais

Prós: cobrança pronta em minutos, sem integração; marca conhecida pelo pagador; mesmo link aceita cartão parcelado.

Contras: tarifa percentual: um boleto de R$ 1.000 custa R$ 39,90, contra R$ 1,59 no Asaas ou R$ 3,45 na Efí. A página não informa boleto com QR Code Pix nem emissão em lote.

Melhor para: cobranças esporádicas de valor baixo, quando a praticidade do link vale mais que a tarifa.

7. Iugu — para assinaturas e marketplaces com volume

A Iugu é uma plataforma de pagamentos para empresas de recorrência e marketplaces, com Bolepix, carnê, split e API. Em 2022, comprou a marca e boa parte da base de clientes da Juno, que tinha sido adquirida pelo Ebanx, segundo o Startups. Quem procura “emitir boleto pela Juno” hoje é encaminhado a outras plataformas: o site da Juno não respondeu em novembro de 2026.

Preço (novembro/2026): sob consulta. Os planos Essencial, Essencial + Split e Motor (com taxas negociadas para alto volume) são cobrados por assinatura mensal, com possível taxa de configuração inicial e tarifas variáveis. Ver planos oficiais

Prós: split de pagamento para marketplace; tarifas negociáveis com volume; API documentada.

Contras: sem preço público, o que impede comparar antes de falar com vendas; a assinatura mensal não compensa para quem emite poucos boletos.

Melhor para: SaaS, clubes de assinatura e marketplaces que precisam de split e conseguem negociar tarifa.

8. Vindi — para recorrência com régua de cobrança

A Vindi é uma plataforma de pagamento recorrente: gestão de assinaturas, retentativa de cartão e cobrança por boleto e Pix.

Preço (novembro/2026): planos Essential a R$ 299/mês, Pro a R$ 499/mês e Premium & Corporate a R$ 1.119/mês, mais tarifas. Boleto: R$ 2,99, com compensação em 2 dias úteis. Bolepix: R$ 2,99 se pago pelo código de barras e 0,95% se pago pelo QR Code. Pix: 0,95% (mínimo de R$ 1,60). Há ainda R$ 0,39 por transação aprovada, que a Vindi diz poder isentar. Ver planos oficiais

Prós: recorrência madura, com retentativas e régua; Bolepix com preço transparente para os dois caminhos de pagamento.

Contras: a mensalidade mínima de R$ 299 só se paga com volume relevante; para boleto avulso, há opções sem mensalidade e mais baratas.

Melhor para: empresas de assinatura que cobram por cartão, boleto e Pix e precisam de gestão de ciclo de vida do cliente.

9. Cobre Fácil — para MEI e autônomo que começam sem mensalidade

O Cobre Fácil é uma plataforma de cobrança com plano gratuito e plano pago, voltada a pequenos negócios e prestadores de serviço.

Preço (novembro/2026): plano Básico grátis, com R$ 3,50 por boleto pago e sem Pix. Plano PRO a R$ 99/mês (R$ 49,90 nos seis primeiros meses), com R$ 1,90 por boleto pago e R$ 0,99 por Pix recebido. Nota fiscal ilimitada nos dois. Ver planos oficiais

Prós: começa sem custo fixo; nota fiscal incluída; teste gratuito de 15 dias no PRO.

Contras: o plano grátis tem a tarifa por boleto mais alta da lista e não aceita Pix; a página não informa boleto com QR Code Pix.

Melhor para: quem precisa de boleto e nota fiscal juntos e emite poucos títulos por mês.

10. Banco tradicional com convênio de cobrança — para operações com ERP e CNAB

Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil, Caixa e cooperativas como Sicoob e Sicredi emitem boleto por meio de um convênio de cobrança. A integração clássica é o arquivo CNAB (padrões 240 e 400): o ERP gera a remessa com os títulos, o banco registra e devolve o arquivo de retorno com pagamentos e baixas. A maioria também oferece API de cobrança.

Preço (novembro/2026): sob negociação, no contrato do convênio. A estrutura costuma incluir tarifa de registro (ou emissão), tarifa de liquidação e tarifas de alteração, baixa e protesto. Peça a tabela por escrito e confirme se cobra por título registrado ou pago.

Prós: CNAB conversa com praticamente qualquer ERP; acesso a desconto de duplicatas e antecipação de recebíveis no mesmo banco; relacionamento para negociar tarifa com volume.

Contras: tarifa por título registrado faz você pagar também pelo boleto que o cliente não pagou; homologação do CNAB leva semanas; tabela pouco transparente.

Melhor para: médias e grandes empresas que já operam ERP com remessa e retorno e usam crédito bancário atrelado à carteira de cobrança.

Quanto custa emitir 100 boletos por mês (exemplo hipotético)

Exemplo hipotético: uma empresa (não MEI) emite 100 boletos por mês, com ticket médio de R$ 250, e 80 deles são pagos. Os valores abaixo usam as tarifas públicas de novembro de 2026, sem promoções de entrada (exceto onde indicado), sem avisos extras e sem antecipação.

OpçãoCálculoCusto mensal
Inter Empresas (PME com termo aderido)Liquidação isentaR$ 0,00
Cora80 pagos, dentro da franquia de 100R$ 0,00
PagBank“Tarifa zero” anunciadaR$ 0,00
Asaas80 × R$ 1,59 (R$ 63,20 nos 3 primeiros meses)R$ 127,20
Cobre Fácil PRO80 × R$ 1,90 + R$ 49,90 (R$ 251,00 com mensalidade cheia)R$ 201,90
Efí80 × R$ 3,45R$ 276,00
Cobre Fácil Básico80 × R$ 3,50R$ 280,00
Vindi Essential80 × R$ 2,99 + R$ 299R$ 538,20
Mercado Pago (link)80 × 3,99% × R$ 250R$ 798,00
Banco tradicional100 × tarifa de registro + 80 × tarifa de liquidaçãoDepende do contrato

Três leituras. No mesmo cenário, um MEI na Cora pagaria R$ 133,00 (70 boletos acima da franquia × R$ 1,90), menos o que for pago pelo QR Code Pix, que não consome a franquia. Vindi e Iugu cobram mensalidade porque vendem gestão de assinatura, não boleto. E no banco tradicional, cada real de tarifa por título registrado custa R$ 100 no mês, contra R$ 80 se a mesma tarifa incidisse só sobre o pago. Com 20% de não pagamento, a tarifa por emissão fica, na prática, 25% mais cara.

Como emitir boleto: o passo a passo

  1. Abra a conta e habilite a cobrança. Você precisa de CNPJ (MEI incluso) e, em banco tradicional, de um convênio de cobrança assinado. Em contas digitais, a cobrança costuma vir habilitada na abertura.
  2. Cadastre o pagador. Nome e CPF ou CNPJ são obrigatórios; endereço e e-mail ajudam no envio e na régua de lembretes.
  3. Defina valor, vencimento e condições. Inclua multa e juros por atraso, desconto por pagamento antecipado e instruções. Escolha boleto com QR Code Pix sempre que a instituição oferecer.
  4. Registre e envie. Ao gerar, a instituição registra o título na rede bancária. Envie o PDF, a linha digitável ou o link por e-mail, WhatsApp ou pelo próprio sistema.
  5. Acompanhe e dê baixa. O pagamento chega por notificação, webhook ou arquivo de retorno. A baixa marca o título como liquidado; boletos vencidos e não pagos devem ser baixados ou protestados para não ficarem pendentes. Confronte o recebido com o faturado na conciliação financeira.

Para emitir em lote, há três caminhos: importação de planilha (quando a plataforma oferece), API chamada pelo seu ERP ou sistema, e remessa CNAB no banco tradicional. Acima de algumas dezenas por mês, emitir um a um no aplicativo vira fonte de erro.

Por que o boleto precisa ser registrado

Desde a Nova Plataforma de Cobrança da Febraban, concluída em 2018, todo boleto precisa ser registrado na CIP com nome e CPF ou CNPJ do pagador, CPF ou CNPJ do emissor, valor e vencimento. Boleto não registrado é recusado pela rede bancária, conforme reportou o Tecnoblog na conclusão da migração. Na prática: não existe mais “boleto sem registro” mais barato, o boleto vencido pode ser pago em qualquer banco e o pagador fica identificado, o que reduz fraude. O impacto da mudança no varejo online está no nosso post sobre boleto no e-commerce.

O registro também explica por que alguns bancos cobram por boleto emitido: o custo de registrar existe mesmo que o cliente não pague. Plataformas como Asaas, Efí e Cora absorvem esse custo e cobram só no pagamento; é aí que mora a diferença entre “tarifa por boleto pago” e “tarifa por boleto emitido”.

Como escolher onde emitir boleto

A escolha depende de cinco variáveis, nesta ordem:

Qual escolher por perfil

Quando trocar o boleto pelo Pix Automático

O Pix Automático, regulado pelo Banco Central e em funcionamento desde 16 de junho de 2025, faz o que o boleto mensal tenta fazer: o cliente autoriza uma vez no aplicativo do banco e as cobranças seguintes são debitadas na data combinada, sem documento novo a cada mês.

Faz sentido migrar quando a cobrança é recorrente, de valor fixo ou previsível, para pessoa física ou pequena empresa: mensalidade de escola, academia, assinatura, plano de serviço. O ganho não é tarifa (na Efí, o Pix Automático custa R$ 3,50 por liquidação, praticamente o mesmo que o boleto), e sim o fim do “esqueci de pagar” e o dinheiro na hora. O boleto continua melhor em cobrança avulsa, venda B2B com prazo, cliente cujo financeiro paga por lote de boletos e valores que mudam todo mês sem padrão.

Perguntas frequentes

MEI pode emitir boleto?

Pode, com o CNPJ do MEI. Contas como Cora, Asaas e Cobre Fácil aceitam MEI. Na Cora, o MEI tem 10 boletos compensados grátis por mês e paga R$ 1,90 a partir do 11º (novembro/2026).

Posso repassar a tarifa do boleto ao cliente?

Em relação de consumo, a cobrança de taxa de emissão de boleto do consumidor é tratada como abusiva pelos órgãos de defesa do consumidor; o Ministério Público do Rio Grande do Sul (notícia “consumidor 17811” no site do MPRS, consultada em novembro/2026) obteve liminares nesse sentido já em 2009. Em vez de cobrar à parte, inclua o custo no preço ou ofereça desconto para Pix.

Quanto tempo o boleto leva para cair na conta?

Pago pelo QR Code Pix, na hora. Pelo código de barras, depende da instituição: 1 dia útil na Efí, até 2 dias úteis no PagBank e na Vindi, até 3 dias úteis na Cora, no Inter e no Mercado Pago (novembro/2026).

Qual é o banco que gera boleto grátis?

Em novembro de 2026: Inter Empresas (liquidação isenta para PMEs que aderem ao termo), Cora (até 100 compensados por mês, 10 para MEI) e PagBank (tarifa zero anunciada). Confira as condições do seu CNPJ antes de migrar a carteira.

Tarifas conferidas nas páginas oficiais em novembro/2026; confirme o valor atual no link de cada instituição antes de contratar.


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